Colaboração: Déia Lima
20/11/2000
A idéia de intercâmbio cultural organizado surgiu após a Segunda Guerra Mundial mas, o intercâmbio já acontecia, no Brasil, desde o Império, quando os filhos das famílias mais abastadas seguiam para a Europa para estudar e retornavam revolucionando os costumes e a política da época. Nas últimas décadas, especialmente com a crescente globalização e a consequente valorização do profissional que conhece e entende outras culturas e domina outros idiomas, a experiência que o programa de intercâmbio proporciona tem sido decisiva no crescimento do profissional.
Com a estabilização da economia brasileira e a possibilidade de se gerenciar a renda familiar, cresce o número de pessoas que tem acesso aos programas de estudos no exterior. Hoje em dia, são muitas as oportunidades para quem deseja participar em algum tipo de intercâmbio, não se limitando ao tradicional Ano Acadêmico, sucesso na elite dos anos 60. Programas de férias para crianças e adolescentes, programas de idiomas de curta e longa duração, programas especiais para executivos e profissionais, programas preparatórios para exames oficiais, programas vocacionais, estágios e bolsas de estudos no exterior, convênios entre entidades internacionais, órgãos governamentais e não governamentais, são alguns exemplos.
Custos X Benefícios Para cada orçamento há uma opção de programa. Alguns programas, como as bolsas de estudos, podem ser inteiramente gratuitos, cobrindo todos os custos do bolsista durante o período especificado. Exigem-se vários pré-requisitos e há uma grande concorrência, mas é possível e viável. Por outro lado, existem também as escolas particulares no exterior, em que o pré-requisito número um é ter uma conta bancária à altura. No entanto, os programas mais procurados hoje tem, em média, os seguintes custos:
Dicas: Para quem deseja participar ou inscrever seus filhos em um destes programas, aqui vão algumas dicas:
Déia Lima é consultora de programas
de intercâmbio e similares.