O termo alimento funcional foi primeiramente introduzido no Japão por volta
de 1980. De acordo com a definição do International Life Science Institute (entidade
sem fins lucrativos que estuda o assunto), um alimento pode ser
considerado funcional se consegue demonstrar satisfatoriamente que
possui um efeito benéfico sobre uma ou várias funções específicas no
organismo (além dos efeitos nutricionais habituais) que melhora o estado de
saúde e bem estar ou reduz o risco de uma enfermidade. A portaria nº398 de 30/04/99 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde no Brasil diz que "é alimento funcional todo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, quando consumido como parte da dieta usual, produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou efeitos benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem supervisão médica".
A procura pelos nutracêuticos (um dos vários sinônimos de funcionais) virou
moda
nos últimos dez anos, mas o assunto é objeto de estudo há
muito tempo na
Europa e na Ásia, principalmente na China. Na década de 80,
as pesquisas foram
intensificadas e, em julho de 1991, o produto foi
regulamentado, recebendo a
denominação de Foshu - Foods for Special Health Use.
Os alimentos funcionais são também chamados de
designer food , functional food, terapeutic food, nutraucelticals, pharmafoods, medical foods, nutritional foods, fitness food.