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    Max Klim Max Klim
    Astrólogo

    O Brasil em 2018

    Os mapas de Revolução Solar e de Trânsitos, duas das mais comuns formas de previsão astrológica, indicam para o Brasil em 2018 uma época de dificuldades, transtornos em panorama indefinido quanto aos rumos do País como Nação.

    A primeira e maior dessas influências está na regência do ano que é o segundo do Grande Ciclo Astrológico de Saturno, com duração de 36 anos e que começou exatamente em 2017. Este ano pela dupla regência saturnina, vez que o planeta dos anéis foi também regente do ano nos ciclos curtos de regência astral, se alonga até 20 de março de 2018 quando começa o novo ano solar, então sob a regência de Júpiter.

    Este aspecto que envolve simultaneamente Saturno, considerado o “grande maléfico” do Zodíaco e Júpiter, ao contrário apontado como o “grande benéfico” nas suas influências sobre as pessoas, trará uma época de choque se confrontos, avanços e recuos, divisão e insegurança, especialmente no campo político institucional que o País vem enfrentando de forma acentuada desde 2016.

    Saturno rege o princípio do aprendizado com o qual os seres humanos gravam as lições apreendidas com a vida e não mais as esquecem. Isso mostra a importância histórica dos eventos ocorridos sob sua regência. Esse planeta representa no zodíaco o impulso de segurança e mostra os campos nos quais nos sentimos menos seguros.

    Júpiter, por seu turno é o senhor da moralidade, da prosperidade e da indulgência sendo considerado o juiz, o jurista e o protetor com influência benéfica ao contrário do regente do Grande Ciclo.

    O choque entre essas influências mostra bem as origens da crise sócio-econômica e institucional que praticamente paralisou o País e como conseqüência vai fazer de 2018 um ano em que a ordem estabelecida constitucionalmente seja subvertida pelo empoderamento de um dos três poderes da República sobre os outros dois ao mesmo tempo em que semeará pela ação da mídia engajada politicamente uma noção de que vivemos num País onde o Judiciário – o poder superdimensionado – domina os dois outros – o Executivo e o Legislativo.

    Tal condição vem à tona especialmente com um aspecto longo e de forte efeito, formado pela oposição de Netuno com o Sol que se dará de forma direta entre janeiro e março e depois, com maior intensidade entre julho e novembro. Essa oposição mostra tendência “escapista” pela qual a realidade será mascarada por atos e atitudes dos líderes nacionais e envolve não apenas o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF4 em janeiro, mas também a eleição presidencial em outubro, colocando ambos os eventos sob a égide da imprevisibilidade e do irrealismo.

    Todo esse quadro é reforçado por um aspecto negativo entre Saturno e Plutão que vigorará em Janeiro e de julho a outubro de 2018 apontando uma época de “acontecimentos desagradáveis que surgirão inesperadamente” e mostra que “algum plano muito sonhado pode acabar não se realizando” e aconselhando a diversificação de interesses para evitar “o sofrimentos e os malefícios” para a população.

    Este aspecto parece envolver tanto a eleição quanto a disputa esportiva da Copa do Mundo na Rússia quanto um panorama negativo no qual a mídia assume papel muito significativo ao centrar seu trabalho em apenas um campo: o da criminalização da política e a supervalorização dos jogadores de futebol.

    Esta avaliação negativa também vem do mapa de Revolução Solar que coloca a Lua na Casa 1 a partir de março de 2018 trazendo em resumo uma época “em que haverá muita instabilidade e fortes e bruscas mudanças na vida nacional. A autoconfiança do brasileiro poderá ser abalada por esta posição que gera muita insegurança”. No campo político a interferência de fatores externos na rotina do voto e de democracia em especial nas eleições de outubro “gerará quadro de desconfiança e dúvidas”. O ativismo judicial e midiático “será muito ampliado gerando incertezas em um quadro de insatisfação com os rumos que o país vem tomando” e que se acentuará no correr do ano.

    Na economia todas as previsões realçam uma crise sem precedentes a se avizinhar com a deterioração das contas públicas e ampliação do déficit fiscal que engessarão de forma acentuada as ações de governo praticamente paralisando a iniciativa pública no campo dos investimentos e colocando em risco o cumprimento da obrigações mínimas do poder estatal.

    Para se contrapor a tudo isso, o caráter do povo brasileiro como o de todos os nativos de Virgem tenderá a minimizar problemas e se concentrar em detalhes de pouca importância, desviando a atenção da real situação do País para praticar o já referido “escapismo” ou irrealismo que a influência de Netuno em oposição com o Sol trará ao Brasil. E isso será superdimensionado pela mídia.

    2018 não será um ano fácil para a população em geral. O mapa astral do país mostra Saturno na Casa 6 do zodíaco, campo que rege a saúde e o trabalho.

    Pela influência do planeta sobre a saúde, devemos esperar um “tempo de preocupações” com uma época “ainda mais debilitada exigindo da população tolerância e perseverança para voltar à sua condição normal”.

    Quanto ao trabalho, área mais sensível da vida nacional no embate com o capital o outro grande fator da produção, o aspecto revela que “o povo brasileiro vivenciará um período de insatisfação e restrições”. Não será uma “boa época para a geração de emprego, para o salário e para os direitos trabalhistas”. A população precisará ter paciência para evitar atritos. Saturno afetará fortemente com essas influências a chamada “classe media” e os mais pobres que sentirão diretamente os efeitos da crise que se alonga de forma anormal pelo novo ano.

    O panorama geral da macro-economia mostra que as propaladas reformas defendidas pelo atual governo “não serão materializadas de forma realista” registrando “mudanças profundas no que se pretende e mais insatisfação”.

    O País vivenciará durante 2018 um quadro que levará inevitavelmente a um aprofundamento das contradições da vida nacional e a um desfecho de rumos imprevisíveis e que sugere mudanças sensíveis nos mais diferentes campos da atividade pública, do governo e dos interesses da sociedade.

    Max Klim
    é jornalista especialista em astrologia

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