O copo sempre foi um objeto de uso prático, onde o que se buscava era apenas beber o líquido mas, atualmente, essa realidade mudou. Os utensílios que eram aplicados na culinária para respeitar as normas da etiqueta viraram fenômenos na decoração.
Usar da estética e da funcionalidade é comum hoje em dia, por isso muitas pessoas
têm aderido à moda de enfeitar o bar, a copa e a cozinha com as taças decorativas.
Para a gerente de uma loja especializada em produtos para o lar, Márcia
Albuquerque, é bom que as pessoas se interessem pelas taças nas suas variadas
funções. "A gente recebe listas de casamento e as noivas sempre deixam o quesito
taça em aberto porque ficam encantadas com todos os modelos"
.
Como adorno, elas são usadas em belas bandejas junto com as bebidas.
"Mas tem gente que compra para uso convencional mesmo. Estas pessoas preferem
as taças brancas"
, diz Márcia.
É mesmo irresistivel olhar para as diferentes taças e não escolher a que mais combina com seu estilo. As lojas da cidade têm vários modelos desde os mais conservadores até aos mais estilosos, ousados e aqueles que servem também para a diversão das crianças.
Taças para bebidas quentes e geladas, taças para sorvetes e refrigerante. Independente da sua função, o objeto apresenta sempre um design fino. Por isso, ela até cresceu e foi imitada nos vasos.
É evidente que você não precisa ter todas as taças de que falamos para poder deliciar-se com um bom drinque. Mas é importante frisar que a grande maioria das bebidas pode ter o seu sabor "alterado" se servidas inadequadamente, como é o caso do conhaque e dos vinhos.
Quem entende afirma que isso é regra básica: cada bebida tem seu copo certo, sua maneira correta de ser servida e, mais importante ainda, seu ritual imutável para ser degustada. É ver, ou beber, para crer!
As taças têm formato diferente do copo e, geralmente, são utilizadas em ocasiões mais formais e elegantes.
O utensílio recebe novas utilidades. Aproveite todas elas e seja uma pessoa antenada, na moda e também de acordo com as normas da etiqueta.
*Renata Solano é estudante de Comunicação Social da UFJF