Sexta, 18 de maio de 2007, atualizada às 18h28
Os dois amigos da estudante de 19 anos, que acompanharam a jovem durante o salto, uma terceira testemunha, o dono da empresa de esportes radicais e os dois funcionários envolvidos no acidente tiveram seus depoimentos colhidos até aproximadamente 18h30.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o delegado confirmou a prisão em flagrante dos funcionários, e depois da análise das declarações deve indiciá-los por homicídio culposo, sem a intenção de matar.
Pelas declarações, há apontamentos de que o acidente aconteceu por falha humana. Isso porque, entre outros motivos, os dois funcionários que acionavam os mecanismos da rede e do guindaste que levou a jovem até 60 metros de altura se comunicavam apenas por sinais. Nenhum rádio, por exemplo, era usado no acionamento entre os dois responsáveis pela queda livre.
O processo vai ser encaminhado na segunda-feira à Delegacia Adjunta de Crimes Contra a Pessoa, sob a responsabilidade do delegado Adelino Porto, que deve abrir inquérito e propor o indiciamento dos funcionários.
Mas, nesta sexta, 18 de maio, os dois funcionários presos ainda durante a madrugada, vão ser liberados. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, foi proposta a fiança de R$ 1.000 para cada um deles, que deve ser paga ainda no começo da noite.
Já fiz vários saltos com a empresa Maxtreme e me surpreende as alegações que constam na reportagem. A Maxtreme sempre cuidou com muito cuidado da segurança de todos os clientes, tanto que são tão sério no que fazem que já foi contratada pela Globo por diversas vezes para apresentar “shows” radicais. Infelizmente praticar esporte radical é um risco, por mais que os critérios de segurança sejam avaliados sempre existe a possibilidade de falha. Quantos pára-quedistas profissionais já sofreram acidentes? Claro que não é uma justificativa, é apenas um alerta que devemos pensar e repensar antes de se submeter a algo radical.
Renata
Gente isso é um absurdo! Fiquei boba com essa história! As coisas infelizmente não têm importância devida para as pessoas, acredito que se fosse a filha do dono do parque ou coisa assim não iam tratar como qualquer pessoa. Vida isso é mto importante temos uma só, então prestar atenção a família é importante mais o mais importante é cuidados dobrados triplicados para que nunca mais isso aconteça. De coração estou abalada pois não desejamos isso pra ninguém ainda mais pra uma menina tão linda. Que Deus possa está proporcionando força e Luz pra toda a família!
Wilza Fernandes
É triste e lamentável vermos uma cena como esta . Como pode uma pessoa pagar com a própria vida , a falta de comunicação entre os funcionários do parque. Afinal de contas , como um funcionário manda uma pessoa saltar de uma altura dessas , sem pelo menos verificar se a rede estava lá em baixo , para garantir a segurança de quem estava saltando . Que Deus , dê muitas forças aos familiares da jovem neste momento tão difícil. Que esta tragédia sirva de exemplo , para que não aconteça mais.
Priscilla
É muito estranho nenhum dos dois terem visto que a rede não estava no lugar e altura correta. Eles só tem que fazer isso verificar, é a função deles, eles trabalham com vidas. Falha humana existe, mais neste caso a falha foi brutal. Deveriam apurar mais a fundo, para que não ocorram mais episódios iguais a estes.
Elaine
Lamentável a morte da jovem nas circunstâncias em que pessoas despreparadas exercem uma função que acaba dando lucros incríveis aos "patrões" (foram mais de 200 saltos em pouco menos de 2hs). Torço para que o Ministério Público tome as medidas cabíveis para inibir essas brincadeiras radicais e que nossa cidade possa oferecer aos jovens mais práticas esportivas, evitando sua presença nessas festas regadas a alcool e liberadas (?). Viva a vida! Vamos pedalar!
Luiz Fernando Cigani
Light Bikers - Clube do Pedal JF
Que ironia do destino, pagar 15,00 reais pra se divertir e encontrar a morte. Eu só espero que os grandres ( os Donos) paguem por isso, pois se aqueles funcionários, (despreparados, não qualificados) estavam operando o brinquedo, é porque foram escolhidos por sua empresa. Punição sim para os pequenos e cadeia para os grandes, dois pesos e duas medidas.
Jorge Júnior
Bem, mais um jovem morre em uma das festas de nossa cidade. Alguma coisa está errada. Quando não é por acidente, o que em minha opinião era perfeitamente evitável, é por violência, ou outro motivo qualquer. Nosso poder constituído tem que ser mais atuante no que toca as fiscalizações destas festas, não importando que o evento seja tradicional ou não, se tiver alguma falha por menor que seja, tem que interditar. O ministério Público tem todas estas ferramentas na mão. Por que não usa? Onde estava a fiscalização da Prefeitura Municipal? Vamos ter que esperar outro jovem vida ser ceifada? Quem vai ser o responsável pela vida perdida desta jovem moça?
Paulo Rubens