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    Terça-feira, 18 de abril de 2017, atualizada às 9h, atualizada às 11h59

    Mãe fica insatisfeita com atendimento e ameaça esfaquear médica

    Da redação

    A Polícia Militar (PM) foi acionada no Pronto Atendimento Infantil (PAI) da Avenida dos Andradas, no Centro de Juiz de Fora, na tarde da última segunda-feira, 17 de abril, para registrar uma ocorrência de uma adolescente de 16 anos, mãe de um bebê de quatro meses, contra uma médica, de 48 anos.

    Segundo o Boletim de Ocorrências, a jovem não ficou satisfeita com o atendimento e ameaçou esfaquear a médica.

    Após as envolvidas apresentarem versões diferentes, a profissional foi convidada a comparecer à Delegacia, mas negou, afirmando estar em seu local de trabalho e dispensou a presença da PM.

    Segundo o BO, a médica aproveitou o tumulto e tentou sair sem ser percebida, mas foi impedida pelos policiais. Diante da resistência, a mulher foi conduzida de forma coercitiva à presença da Delegacia, para que fossem tomadas as demais providências. A PM registrou o caso como lesão corporal consumada.

    Em nota, o Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e Zona da Mata contestou "a forma como uma médica do PAI e sua superior foram tratadas pela polícia". Segundo o texto, o presidente do sindicato, Gilson Salomão, destacou que “estamos extremamente surpresos, indignados  e revoltados com a situação da médica, que foi covardemente agredida dentro do seu ambiente de trabalho, e o que é pior quando a PM foi chamada para intervir atuou truculentamente e chegou a agredir a médica. Vamos acionar os canais e cobrar respostas do secretário José Armando e do Coronel Nocelli, com quem já fizemos reunião, destacando a insegurança  para os profissionais que trabalham no serviço de saúde de Juiz de Fora. O Sindicato está dando todo apoio a médica e vamos acompanhar os fatos de perto e  esta situação não pode voltar a se repetir."

    Salomão enfatizou que "no dia 13 de março deste ano participou de uma reunião com o Comandante da Polícia Militar, Coronel Alexandre Nocelli, e com representantes das policiais civil e guarda municipal, além do Secretário de Segurança e Cidadania (Sesuc),José Armando Pinheiro da Silveira, para dar continuidade à discussão em torno da busca de maior segurança para os profissionais da área da saúde. “Ano a ano esse número só cresce”, afirma Gilson Salomão.

    A Secretaria de Saúde informa, através de nota, que repudia veementemente qualquer tipo de violência contra seus funcionários e lamenta o ocorrido ontem na Unidade de Pronto Atendimento Infantil (PAI). A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) está acompanhando o caso de perto e aguarda a apuração dos fatos, para tomar as providências cabíveis.

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