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    Segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018, atualizada às 17h31

    Servidores do sistema prisional entram em greve em Juiz de Fora

    Da redação

    Os servidores técnicos e administrativos do sistema prisional e socioeducativo de Juiz de Fora aderiram à greve estadual por tempo indeterminado nesta segunda-feira, 26 de fevereiro. Pela manhã, os trabalhadores manifestaram com faixas em frente ao complexo prisional do bairro Linhares. A paralisação, deflagrada na última quarta, 21, aconteceu devido ao não cumprimento de um acordo firmado em 2015 com o Governo Estadual de implantação de ajuda de custo em caráter imediato, e emergencial. Os agentes de segurança penitenciários não participam deste movimento.

    O diretor do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Minas Gerais (SindPúblicos-MG), Geraldo Henrique, ressaltou que a categoria viu os agentes e demais servidores da Segurança Pública receberem aumento de até 101% no último governo, enquanto eles foram esquecidos. Ele disse ainda que algumas carreiras já foram atendidas nesse governo, algumas recebendo reajuste até duas vezes. "Esse tratamento é desigual, e mais uma vez os servidores sofrem a defasagem salarial e abandono".

    A Assessoria de Relações Sindicais da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) informou em nota que se reuniu, nesta segunda-feira, 26, com os representantes dos servidores administrativos do sistema prisional, dando continuidade à negociação com a categoria. "Em relação à ajuda de custo pleiteada pela categoria, a situação econômica e financeira em que o Estado se encontra impede que o benefício seja concedido neste momento. O Governo de Minas Gerais continuará avaliando as possibilidades para atender às solicitações o mais breve possível e propôs que as negociações sejam retomadas a partir do mês de abril, quando existe uma perspectiva de melhoria financeira".

    Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) também informa que a paralisação dos servidores administrativos das unidades prisionais impacta somente nos atendimentos de rotina aos presos. Os atendimentos de urgência e emergência estão garantidos conforme determina a lei.

    Por razões de segurança, a Seap não informa o número de servidores e unidades que aderiram à paralisação. O sindicato diz que cerca de 90% das unidades prisionais e socioeducativas do Estado aderiram o movimento paredista, resguardando o quantitativo de 30% dos trabalhadores de cada unidade para manter o funcionamento.

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