Direitos Humanos

Terça, 26 de junho de 2007, atualizada às 16h

Médicos do Barulho vira ONG e conta com a ajuda de parceiros para a construção de uma sede

Renata Cristina
Repórter
26/06/2007

Com o objetivo de ampliar as possibilidades de captação de recursos junto ao governo e à iniciativa privada, os Médicos do Barulho passam a ser denominados Organização Não Governamental (ONG). Há 11 anos alegrando as enfermarias infantis de Juiz de Fora, o grupo de atores também comemora a expansão do trabalho para Belo Horizonte, no Hospital da Baleia.

A criação de uma sede entra na lista de metas nesta nova fase dos Médicos do Barulho. "É ainda um sonho, mas que poderia ampliar nossa atuação com a prestação de serviços à comunidade", revela Amaury Mendes (Dr. Fuzil), presidente da ONG.

Considerando o aumento dos gastos com o crescimento das atribuições do grupo, além de viagens e hospedagens, os médicos pretendem viabilizar mais recursos, através de parcerias. "Queremos atuar em outros hospitais da capital mineira e, quem sabe, levar o projeto para o Rio de Janeiro. Para que isso aconteça, vamos precisar de patrocínio", esclarece Mendes.

O grupo já contou com os recursos das Leis Estadual e Municipal de incentivo à cultura e recebeu diversos prêmios pelas mais de 78 mil visitas às crianças. Em 31 de maio deste ano, os Médicos do Barulho foram agraciados com a Medalha do Mérito Comendador Henrique Guilherme Fernando Halfeld, considerada a homenagem máxima do município de Juiz de Fora, concedida pela Prefeitura.

Também neste ano, o grupo levou o Troféu Opinião - Qualidade de Vida, reconhecimento obtido por meio de uma pesquisa de opinião realizada em Juiz de Fora com cerca de 900 pessoas. Já em 2006, os Médicos do Barulho conquistaram o 1º lugar no Prêmio Mercocidades de Cultura.