Nesta quarta-feira, 21 de março, é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida pela Associação Internacional Down Syndrome International, em alusão aos três cromossomos no par de número 21 (21/3) que as pessoas com Síndrome de Down possuem.
Esse cromosso em excesso (localizado no par de número 21) altera o desenvolvimento regular da criança, que acarreta a deficiência, que não é doença.
A ALAE - Associação de Livre Apoio ao Excepcional - realizou nesta quarta, uma palestra para para discutir o assunto. Cerca de 70 participantes re reuniram para analisar o trabalho da instituição através do tema:"Alae: uma proposta inclusiva". Pais de excepcionais, autoridades e profissionais que trabalham dentro da área foram convidados.
Há alguns anos no Brasil, e há aproximadamente oito em Juiz de Fora, a gestante tem a possibilidade de, durante o pré-natal, solicitar o exame conhecido como translucência nucal que detecta alguns problemas genéticos, entre eles a alteração cromossômica que provoca o Down.
Na nuca do feto, existe uma área com líquido, entre a pele e o tecido subjacente, que aparece como um espaço escuro, chamado de translucência nucal e que pode ser medido no exame. Se estiver aumentado, pode ser sinal de doença cromossômica, como a Síndrome de Down, Síndrome de Turner e de outras mais raras. O exame, no entanto, não dá um diagnóstico preciso.