Especial Copa do Mundo

Que país é esse?

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Osso duro de roer Gigantes suecos querem continuar dando o trabalho que sempre deram

Ricardo Corrêa
Repórter
abril/2006

Konungariket Sverige. O nome é complicado, mas nada mais é do que a denominação oficial do país que conhecemos simplesmente como Suécia. O país europeu cuja capital é Estocolmo, possui 8,88 milhões de habitantes, distribuídos por cidades como Estocolmo, a capital, além de Göteborg, Malmö, Uppsala, Orebro, Norrköping, Västerås, Linköping, Jönköping, Helsingborg, Borås, Sundsvall, Umeå, Gävle e Skellefteå. Nomes e grafias complicadíssimas, do diferente idioma sueco. A moeda é a coroa sueca e o lema famoso no país é o "Pela Suécia, em todos os tempos, ou, na língua deles: "For Sverige, i tiden".

A Suécia é um país de qualidade de vida invejável e isso explica porque a população vive tanto. Um sueco costuma viver, em média, quase 80 anos. Atualmente, a média da população está na metade disso, com 40,1 anos de idade. A renda per capta do país e alta: 25.400 dólares e o país é altamente desenvolvido. Dos quase nove milhões de habitantes, mais de seis estão conectados à internet assim como você. Os sites do país utilizam a terminação ".se". O da Federação Sueca é o http://www.svenskfotboll.se/

Em campo:

Não é só a camisa amarela e o calção azul que ligam o Brasil à Suécia quando o assunto é futebol. Foi lá, em 1958, que o Brasil conquistou seu primeiro título mundial. Mais do que isso, foi lá que nasceu para o futebol o então jovem Pelé, importantíssimo na goleada por 5 a 2 que aplicamos neles na final. Mas se perderam essa Copa, mesmo com um time de respeito e estrelas como Gunnar Gren, Nils Liedholm e Gunnar Nordahl, o certo é que os suecos sempre deram muito trabalho, tanto para o Brasil quanto para as outras seleções.

Já foram dez copas disputadas pelos escandinavos, que foram semifinalistas duas vezes. A primeira delas na Copa de 1938, a terceira da história dos mundiais. Dez anos depois, mais um triunfo: a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1948.

Depois desses bons resultados, os suecos sumiram do cenário mundial do futebol, retornando com força em 1994, nos Estados Unidos, quando foram adversários duríssimos para o Brasil tanto na primeira fase quanto nas semifinais da competição. O duelo com os suecos rendeu um empate e uma vitória apertada. Naquele time, Tomas Brolin era o grande comandante. Kennet Andersson dava o toque de habilidade aos grandalhões da Escandinávia. E Martin Dahlin era um dos grandes artilheiros do time. Depois de perder para o Brasil, os suecos ainda ficaram com o terceiro lugar após atropelar a Bulgária: 4 a 0.

Em 2002, com a Copa disputada em dois países pela primeira vez, os suecos também resolveram inovar: dois treinadores para comandar o time. Lars Lagerback e Tommy Soderbergh levaram o time à segunda fase do torneio, em primeiro lugar no chamado grupo da morte. por incrível que pareça a Suécia se classificou em um grupo que tinha Argentina e Inglaterra, mas depois acabou voltando para casa após perder para a zebra de Senegal.

A frustrante experiência com dois técnicos fez com que Soderbergh deixasse a equipe após a eliminação na Eurocopa, em 2004, quando o time foi derrotado pelos fortes holandeses, nos pênaltis. Largerback, no entanto, continua, agora sozinho na equipe.

Para esse ano, os suecos trazem um time com alguns nomes que já se apresentavam na Coréia e no Japão. Caso de Olof Mellberg, o novo capitão da equipe, e comandante da defesa. Fredrik Ljunberg e Henrik Larsson, craque do Barcelona, também continuam e se juntam a Zlatan Ibrahimovic, considerado a grande estrela da equipe para esse Mundial e Christian Wilhelmsson, jovem promessa do ataque. E as bolas aéreas continuam sendo o ponto forte dos grandões.

Os adversários desta equipe, na 1ª fase da Copa 2006

(Clique nas bandeiras dos países)

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