Esporte

Juizforanos disputam Brasileiro de Ginástica de Trampolim São 28 atletas de Juiz de Fora que embarcam para
o Rio Grande do Sul no final de maio

Thiago Werneck
Colaboração*
08/05/2007

Os ginastas de Juiz de Fora estão sonhando alto. Os melhores competidores da cidade viajam para Santa Cruz do Sul (RS) para brigar pelo título brasileiro e por uma vaga no Mundial que acontece em Quebec, no Canadá. O esporte é diferente da ginástica Olímpica e se divide em três modalidades: trampoli, tumbling e duplo mini trampolim.

A competição nacional vai ser disputada por categorias separadas por sexo e idade. Pré-infantil (10-11), infantil (11-12), Infanto-juvenil (13-14), Juvenil (14-15 anos) e adulto para as demais idades. Os quatro melhores de cada uma das categorias se classificam para o Mundial, com duas exceções. Na adulto classificam-se apenas ginastas que tenham entre 16 e 17 anos. Já a categoria infantil não é disputada no Mundial.

Os atletas com 18 anos ou mais podem se classificar para o Mundial pela elite, ou categoria principal, que terá seletiva no segundo semestre. De Juiz de Fora, Thiago Romão, tri-campeão brasileiro da categoria e Ricardo Machado são favoritos para pegarem duas das quatro vagas brasileiras na categoria. Eles também disputam a categoria adulta no Rio Grande do Sul.

São duas as equipes que disputam o Brasileiro, de 31 de maio à 3 de junho, por Juiz de Fora. Uma delas é treinada por Déber Zambelli (foto acima) e a outra por seu irmão, Wanderson Zambelli. Os dois acreditam em um bom desempenho e esperam que a cidade tenha 15 representantes selecionados para o Mundial, através desse campeonato. Hoje cerca de 380 atletas praticam Ginástica de Trampolim na cidade. Desses 28 embarcam para o Sul do país no fim do mês.

O esporte

Na categoria de trampolim o atleta pula em uma cama elástica fazendo sua apresentação. No duplo-mini trampolim o aparelho para o salto são duas camas elásticas menores que também valorizam a técnica dos movimentos. O tumbling é tido como um tipo de prova solo. O Ginasta se apresenta sobre uma passadeira de 40 metros de comprimento por 1,5m de largura, que fica a 30cm do solo, com um mecanismo que os impulsiona para o alto, deixando atleta mais tempo sem contato com aparelho.

*Thiago Werneck é estudante de jornalismo da Universidade Federal de Juiz de Fora