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    O que não fazer em 2018

    Nome do Colunista Matheus Brum 18/12/2017

    A perda da Copa Sul-Americana foi dolorosa. Não apenas pelo vice, mas pela forma como o Flamengo atuou nos dois jogos. Agora é hora de pensar em 2018, para que ele seja bem melhor que 2017. Para isso, é necessário que alguns erros não sejam cometidos novamente.

    Planejamento: é inadmissível que o departamento de futebol erre no planejamento para ano que vem. É preciso fazer um estudo do elenco para saber quais posições precisamos de reforços. Não podemos mais perder tempo com “apostas”. Temos que entrar forte no mercado para conseguir jogadores que vão vestir o manto sagrado e jogar um bom futebol.

    As contratações deste ano colocam em xeque se de fato nossos dirigentes sabiam como estavam fisicamente e tecnicamente alguns atletas contratados. Conca, Rômulo, Éverton Ribeiro e Rhodolfo, deixaram a desejar ao longo da temporada. Estes erros não podem se repetir!

    Entrevistas: pelo amor de Deus, alguém precisa proibir nossos diretores de darem entrevista em 2018! Basta de ler/ouvir tanta asneira!!! Com certeza podemos elencar diversas falas horrendas dos cartolas rubro-negros. Eduardo Bandeira de Mello lidera este quesito, com a entrevista dos protegidos, a que isenta a torcida pela confusão na final da Sula, e a que estava tudo certo depois da eliminação da Libertadores. Ainda tem a exclusiva do Mozer pro Uol e a longa conversa do Fred Luz ao globoesporte.com. Só pérolas.

    Hoje em dia, quase todas as grandes empresas e instituições têm assessoria de imprensa. No Flamengo, não é diferente. Não é possível que os profissionais da comunicação não façam um trabalho com os diretores para evitar tanta asneira. É claro que eles não vão soltar todos os problemas internos da equipe ou do elenco, mas há falas que poderiam não ter sido ditas. Num momento que o futebol, carro-chefe do clube, não vai bem, o que o torcedor quer é transparência, não que seu presidente fale que está “protegendo” os atletas mais questionados do plantel.

    Transparência no Departamento Médico: ao longo de 2017, senti que muitos problemas médicos dos jogadores flamenguistas foram escondidos da torcida. Por exemplo: alguém sabe, de fato, o que Conca teve? E Rômulo, que há alguns meses estava treinando separado, sem nem estar jogando? E os sucessivos desfalques de Rhodolfo, alguns, inclusive, em jogos importantes?

    Os atletas, quando vestem o manto e assinam contrato, passam a ser ativos do clube. E a instituição paga salários, nem um pouco baratos, para que exerçam sua atividade profissional. Quando eles se lesionam, o Mais Querido continua arcando com os vencimentos do jogador. E como o dinheiro para manter as contas em dia vem da torcida (produto final da manutenção de qualquer clube) em sua maioria, é necessário que os funcionários sejam francos com os mesmos.

    Até porque, fico imaginando, daqui cinco anos, Conca, por exemplo, já ex-jogador, vai estar em algum programa esportivo e será perguntado sobre seu ano no Flamengo. Com certeza, nesta oportunidade, contará tudo que aconteceu. Mas, já vai ser tarde! Muitos terão esquecido de sua passagem e o clube não vai conseguir recuperar a grana investida nele.

    Para mim, estes são os três pontos que precisam ser melhorados para o ano que vem. E você? Companheiro (a) flamenguista? Acha que o clube precisa melhorar em mais algum ponto? Deixe aqui nos comentários!

    Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e, desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é redator/editor do site Coluna do Flamengo, repórter esportivo da Rádio Catedral 102,3 FM e colunista da Rádio Muriaé. Já passou pela TV Alterosa, Programa Mosaico e Rádios CBN-JF e Cultura, Santos Dumont.

    Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opiniao dos autores nao necessariamente expressa a linha editorial e a visao do Portal ACESSA.com

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