Veja o que você deve levar em conta na hora da compra de um celular. Expectativa dos comerciantes é aumentar as vendas
Ricardo Corrêa
Repórter
24/11/2005
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Tira foto, grava vídeos, voz, serve para escutar mp3, é agenda, despertador,
game e até televisão. Tantas funções do aparelhinho de maior sucesso no
Brasil poderiam fazer com que algumas pessoas dissessem que ele 'só falta
falar', não fosse essa a principal função do celular.
Há muito tempo a invenção de 15 anos de idade passou a ser sinônimo de telefone, tendo ultrapassado, no último mês, o número de 80 milhões de unidades habilitadas no país. Significa dizer que a cada telefone fixo existente no Brasil, existem dois celulares e que, de cada 100 brasileiros, 44 possuem o aparelho que promete ser a febre de vendas em mais um natal.
Não é à toa que a proprietária e uma loja de celular da cidade, Alessandra
da Silva (foto ao lado), espera comemorar um crescimento de até 40% nas vendas dos
aparelhos este mês.
O funcionário da loja, Israel Werneck (foto abaixo), vai além e explica que vai faltar celular, já que as operadoras não possuem estoque suficiente para tanta procura nesta época.
Até pouco tempo atrás era quase impossível imaginar onde a tecnologia dos celulares poderia chegar. Quando foi inventado e utilizado pela primeira vez, em 3 de abril de 1973, em Nova York, o aparelho não passava de um grande teste.
Tanto que só dez anos depois, em 1983, o primeiro celular
comercial foi lançado. O DynaTAC 800x, da Motorola, era bem diferente dos
celulares de hoje e, com seu tamanho e peso, recebeu denominações curiosas
como 'tijolo', e até mesmo 'osso'.
Mais sete anos e a tecnologia ainda primaria chegou ao Brasil e o Rio de Janeiro passou a contar com uma capacidade para dez mil terminais. De lá para cá, no entanto, muita coisa mudou. Do primeiro pré-pago, em 1998, ao primeiro visor colorido, em 2002, o celular foi diminuindo de tamanho e aumentando o número de recursos.
Tantas novidades, a evolução constante da tecnologia e as facilidades oferecidas por um celular parecem ter contagiado também os juizforanos, que possuem inúmeras possibilidades de compra.
Para ajudar o consumidor a fazer a melhor escolha, a ACESSA.com preparou um verdadeiro guia com o que se deve levar em consideração na hora de decidir.
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ATENÇÃO: o resultado desta enquete não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de visitantes do Portal ACESSA.com.
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"Eu vejo primeiro se ele pega em todos os lugares. O plano, a qualidade do
aparelho e a operadora fazem diferença nesse sentido". Ana Lúcia Lessa, 37
anos, contadora.
"Primeiro vejo se ele é bonitinho. Essa questão de câmera e vídeo eu não
ligo não porque é muito caro. Se eu quiser tirar foto eu compro uma câmera
digital. Para mim essas coisas são uma bobeira. Não vale a pena gastar muito
dinheiro com celular. Eu só gasto quando preciso trocar, porque perco o
aparelho". Felipe Araújo Monteiro, 22 anos, analista de crédito.