
:::27/08/04
Criatividade aliada ao sabor. Quando o assunto é culinária, essa é a união
perfeita. Ainda mais quando se trata de um pequeno detalhe, que pode mudar
todo o paladar de uma receita. Assim acontece com o tomate seco, o exótico e
saboroso fruto, que veio da América Central e começou a ser apreciado no
Brasil, a partir das décadas de 60 e 70. A culinarista, Cristina Dutra, aposta na iguaria em suas receitas e garante que ela pode ser utilizada em grande parte dos pratos, tais como antepastos, canapés, salgados, risotos, massas, pizzas e até mesmo, nas carnes de vaca, peixe, frango e porco.
Iguaria refinada
O processo de desidratação do tomate acontece de forma artesanal e dura em
média, de três a cinco horas. Por esse motivo, o tomate seco adquiriu status
nas mesas de todo mundo, e pode ter um preço bem amargo.

Todo esse esforço pode ser recompensando, com receitas refinadas e nem um pouco
tradicionais. No caso da culinarista, ela apostou no Risoto de Rúcula,
Tomate Seco e Mussarela de Búfala e garante: "é uma receita exótica e
diferente, porém de fácil execução".
Há muitas combinações que ainda podem ser feitas, e o ideal é apostar na
inovação. Nesse caso, que tal um Risoto
de Abobrinha com Tomate Seco? Ou então, um Penne
com Tomate Seco e Rúcula, Filé Mignon ao Molho de Tomate Seco ou uma Torta de Cebola?
Se você prefere uma deliciosa entrada, pode apostar em uma Mousse de Tomate Seco.
Cristina Dutra nos atenta para a conservação e armazenamento do tomate
seco: "devemos ter alguns cuidados, pelo fato dele ser artesanal, isto é, não se
leva nenhum produto químico. Se não obedecermos os cuidados ele pode se
deteriorar", diz.
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*Colaborou: Renata Silva, estudante do 7º período da Faculdade de Comunicação da UFJF
Cristina Dutra
é consultora de Culinária,
ministra Cursos de Congelamento,
Microondas e culinárias variadas.
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