Antonio Trajano
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Agora é definitivo: a Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina passa a se chamar Energisa. A nova marca corporativa foi apresentada em Belo Horizonte, no auditório do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. A marca inspira "modernidade e transmite melhor a imagem de um grupo que planeja continuar crescendo no setor elétrico brasileiro", afirma o presidente do Conselho de Administração, Ivan Botelho. Segundo o presidente da holding Energisa, Ricardo Botelho, as mudanças foram motivadas principalmente pela busca de maior unidade e identidade entre as empresas do grupo, melhor posicionamento da Energisa como grupo de atuação nacional e valorização da marca como ativo.
Mudança de nome está ligada à expansão da empresa
A CFLCL, que até meados dos anos 90 atendia a 66 municípios da Zona da Mata mineira, expandiu sua área de atendimento para Nova Friburgo e os estados da Paraíba e Sergipe. Esse foi um dos motivos que levaram a secular Cataguazes-Leopoldina a ter a nova denominação. Além dos executivos da empresa, prestigiaram o evento representantes do meio político, entre eles os secretários de Estado Danilo de Castro (Governo), Márcio Lacerda (Desenvolvimento Econômico) e Renata Vilhena (Planejamento e Gestão), o ex-governador Francelino Pereira e a deputada Maria Lúcia Mendonça, e empresarial.

Criado em Cataguases o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Energia Elétrica e Empresas Prestadoras de Serviços no Setor de Energia Elétrica (SIEEL). A primeira diretoria do SIEEL tem como presidente Manoel Otoni Neiva, ex-presidente da CFLCL, e como vice-presidentes Newton Dutra e Maurício Bittencourt. Primeiro sindicato patronal do setor de energia elétrica
Juventude Sem Fronteiras foi o tema da 1° Conferência Livre de Juventude, realizada em Cataguases e que contou ainda com uma oficina da revista multimídia Zinema. Destinada aos aficionados do audiovisual, a oficina é uma parceria com o Instituto Francisca de Souza Peixoto e o Instituto Cidade de Cataguases /Fábrica do Futuro. Toda a programação aconteceu no próprio Instituto Francisca de Souza Peixoto e o primeiro dia teve como principal evento uma oficina de graffiti ministrada pelo grafiteiro Negro F, do NUC (Negros da Unidade Consciente) de Belo Horizonte.
A Conferencia Livre de Juventude de Cataguases, coordenada por Kaká Viana, reuniu grupos temáticos sobre Participação da Juventude, Arte e Cultura, Discriminação e Direito a Vida. Foram formatação de propostas e encaminhamentos referentes a juventude local, para serem incorporados pela recém instalada Frente Juvenil de Cataguases.
O Centro Cultural Humberto Mauro da Fundação Ormeo Junqueira Botelho ganha um quiosque multimídia. Através dele podem ser acessadas informações culturais e produção audiovisual sobre Cataguases, Ouro Preto e Brumadinho, sede do Centro de Arte Contemporânea de Inhotim. O quiosque integra o projeto do Telemig Celular guia.mov, integrado pelo Ponto de Cultura da Fábrica do Futuro, de Cataguases, uma das parceiras do Instituto Telemig Celular que também conta com as parcerias do Inhotim Centro de Arte Contemporânea e a Base7 Projetos Culturais, além das organizações e projetos patrocinados pelo Instituto.
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