A professora de inglês Cláudia Goiatá escolheu a Inglaterra para aprimorar o inglês. Ela fez um curso de três semanas na Beet Language School, na cidade de Bournemouth e, nas horas de folga, aproveitou para visitar os pontos de referência histórica e cultural do país. Após a conclusão das aulas, foi conhecer a Itália.
Trata-se da terceira viagem que Cláudia faz à Inglaterra. Segundo ela, Bournemouth,
que se localiza ao sul, atrai muitos estudantes por abrigar inúmeras escolas, além
de despertar a curiosidade dos turistas. "Lá tem praia e uma vida noturna agitada"
,
justifica.
A professora conheceu vários locais, voltou em alguns pelos quais já havia passeado
e teve a certeza de que Londres ocupa a primeira posição no ranking
dos seus lugares preferidos. "É top, sempre tem novidades e oferece muitas
opções para o lazer"
.
Na capital do Reino Unido, ela recomenda a visita ao The Globe. O famoso teatro é onde
são encenadas as obras do dramaturgo inglês William Shakespeare. Os admiradores do
poeta podem ir ao município de Stratford-upon-Avon. "No vilarejo, encontra-se a casa onde viveu e o local
onde está enterrado"
.
Cláudia indica também a visita ao Corfe Castle, uma cidade onde há um castelo que está em ruína, e também à Salisbury, que se destaca pela Salisbury Cathedral. Em Pool, cidade portuária, a professora participou de uma festa da escola realizada em um barco.
Ela também se encantou com Bath, considerada uma das cidades mais elegantes da Europa.
"Tinha muita vontade de conhecer e nessa viagem, pela primeira vez, a
incluí no
roteiro"
. Cláudia diz que é fundamental quando se vai à Inglaterra experimentar
o fish and chips (peixe e batata frita) e o cornish pasty (tipo pastel assado).
Cláudia se deslumbrou com a Itália. Passou dez dias no país, que foi berço do antigo
Império Romano. "O que se estuda sobre a Itália, pode-se viver no passeio. É bom conhecer
um pouco da história para que você olhe todos os monumentos e imagine aquilo com vida"
.
Além de ser repleta de história, a Itália possui também arte, tradição e uma gastronomia
incrível. "Come-se muito bem. Os italianos são muito receptivos"
, comenta.
O tour começou por Roma. Claúdia foi ao Coliseu, maior anfiteatro Romano onde aconteciam
combates mortais entre gladiadores e animais selvagens.
Foi também ao Vaticano, capital da igreja católica - o menor Estado do mundo e residência
do Papa -, e em outros pontos turísticos de Roma. Depois, seguiu para Assis, Siena,
Florença e Veneza. Em Florença, a professora visitou a Academia de Belas Artes, onde
a escultura Davi de Michelangelo se destaca. "Nosso guia explicou sobre o artista e
pude ver a riqueza de detalhes de seus trabalhos"
.
Claúdia resumiu Veneza da seguinte maneira: "É onde vale a pena se perder"
.
A cidade é cheia de ruazinhas, mas a professora alerta para se ter cuidado com os
carteiristas, ou seja, os ladrões de carteiras. As paradas obrigatórias de Veneza são o Grande Canal, famoso pelos
passeios de "traghetto" (uma espécie de gôndola) e a Praça de San Marco, sempre lotada de turistas, artistas
de rua e pombos.
"Aconteceu uma coisa engraçada. Ouvimos um som de ópera sendo
entoado e achei que fazia parte de alguma peça e, na verdade, era um turista"
.
Em Veneza, as sorveterias são muito comuns. Cláudia aprovou o sabor fruti de
bosco.