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Sílvia Zoche
Repórter
12/05/05
| Concorrência |
Se, por um lado, o aumento de faculdades é considerado positivo porque
possibilita a vinda de novos cursos, por outro, cresce o número de concorrentes no mercado
de trabalho e Juiz de Fora não consegue absorver todo mundo, tendo a maioria
que buscar empregos em outros locais ou conviver com a triste situação do
desemprego. Por isso, o empenho do aluno é importante para se destacar durante a
faculdade e, mais tarde, na profissão.
Além de cursos tradicionais, as novas faculdades trouxeram opções em diferentes áreas, que anteriormente só eram possíveis cursar nas capitais, tais como: Estética e Imagem Pessoal, Turismo e Hotelaria, Gestão de Organizações Hospitalares, Gestão Ambiental Urbana, Desenvolvimento Web e Comércio Exterior, entre outras. Medicina, Direito, Fisioterapia e Comunicação Social, antes encontrados somente na UFJF*, agora também não são mais exclusividade.
O curso de Direito, por exemplo, é oferecido em seis instituições particulares e em uma federal. Antes, era somente em duas. A UFJF* oferecia cem vagas e o Vianna Júnior, 300. Hoje, a oferta é bem maior. A UFJF* possui 180 vagas; o Vianna, 330; a Doctum, 160; Unipac, 60; Estácio de Sá, 100; e a Universo, 200 vagas e o Granbery, 120 . Ou seja, no final de um ano Juiz de Fora forma 1.240 advogados, quase três vezes mais do que formava antes da instalação das novas faculdades.
O mesmo acontece, por exemplo, com curso como Comunicação Social. Se antes eram oferecidas 50 vagas, agora com o curso noturno e as outras faculdades o total de jornalistas que formam por ano chega a 500 profissionais. Já Engenharia, Odontologia, Arquitetura e Urbanismo, Artes e Física ainda são exclusivos da Universidade Federal de Juiz de Fora.
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Comunicação Social
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Administração
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Educação Física
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* Faculdade e universidade com vestibular somente no fim de ano