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    Chiquinho Cabeleireiro passa bem Problemas vasculares levaram o organizador do Miss Brasil Gay a ser internado, mas ele já passa bem e há garantias de que o concurso será mantido

    Sílvia Zoche
    Repórter
    16/06/2006
    Clique no ícone ao lado e envie sua mensagem de solidariedade para Chiquinho Cabeleireiro, o organizador do Miss Brasil Gay.


    A notícia de que Chiquinho Cabeleireiro, organizador do Miss Brasil Gay, está internado deu um susto a amigos e fãs. A 60 dias da 30º edição do Concurso, marcado para 26 de agosto, a informação foi confirmada pelo Hospital João Penido, onde ele ainda se encontra internado, e pelo irmão de Chiquinho, Luiz Mota.

    Segundo Luiz, Chiquinho sofreu um AVI (Acidente Vascular Isquêmico) moderado e foi internado há cerca de uma semana. "Não sei ao certo o tempo que ele está lá, porque eu não estava aqui. Só sei que me disseram que os problemas começaram quando ele estava em um evento gay lá no Rio de Janeiro. Parece que ele sentiu algumas coisas, mas voltou para Juiz de Fora de ônibus", relata.

    Pelo que ouviu falar das pessoas mais chegadas a Chiquinho é que ele não estava tomando um medicamento recomendado pelo médico. "Eu não sei se o medicamento era para pressão. Mas parece que ele deixou de tomar. É interessante, porque eu tenho problemas de pressão, sou mais novo que o Chiquinho pouco mais de um ano e, de vez em quando, esqueço de tomar o remédio. Quando sinto dor de cabeça é que me lembro. Ninguém investe na saúde. Mas a gente tem que observar as pessoas na família. Na nossa, duas ou três pessoas já tiveram este mesmo problema do Chiquinho", diz.

    Certo mesmo é que, agora, Chiquinho passa bem e deve ser liberado na próxima semana. "Ele já foi para a enfermaria, mas ele vai ter que fazer fisioterapia, porque a gente nota que perdeu um pouco dos movimentos do corpo e fonoaudiologia, porque a fala também foi afetada. Pelo que o médico viu na tomografia, ele disse que o dano poderia ter sido maior", conta. Segundo o Hospital, os médicos neurologistas que acompanham o caso são Marcelo Quezado e Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva.

    O auxiliar de enfermagem do hospital, Deusdedith de Jesus Campos confirma que a mão e a perna direitas foram um pouco afetadas. "E ele consegue articular a fala e a gente consegue entender", diz. Chiquinho já se alimenta e fica na companhia dos familiares. "Ele tem recebido muita visita". Verdade seja dita. Chiquinho é uma personalidade muito querida e as pessoas querem saber como ele está. Tanto é que o presidente do MGM, Oswaldo Braga, está em São Paulo, para participar da Parada Gay e diz que, dia desses, em uma feira, algumas pessoas pararam para perguntar sobre o estado de saúde de Chiquinho.

    Quanto à realização do Miss Brasil Gay, antes mesmo de ser indagado, Luiz disse que o evento tem que acontecer. "O Miss Gay tem que seguir adiante. Tem duas, três pessoas da família que lidam diretamente com o concurso. O problema é que Chiquinho entra em contato diretamente com as candidatas". Neste caso, Chiquinho, provavelmente, terá que delegar esta função para alguém. "Vamos ver como vai ficar. Daqui alguns dias, vamos resolver isto, até porque o Miss Gay já está aí", fala.

    Mesmo com interferências nos movimentos e na fala, Luiz conta que Chiquinho se comunica, fala algumas palavras e está sempre sorridente. É isso que todos querem. Com certeza, as vibrações positivas de seus admiradores e a garra e alegria que são próprias do Chiquinho vão contribuir para o restabelecimento rápido do organizador do Miss Brasil Gay.

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