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O ator Flávio Siqueira adorou o convite para participar do júri e aconteceu um dia antes do concurso. "Encontrei uma pessoa em uiz de Fora que me convidou e aceitei". Esta foi a segunda vez que veio ao Miss Gay - na primeira, ele fez parte do público. "Achei o convite fantástico. A minha carreira está acontecendo" e diz que sua presença na festa é bom para ambos os lados. Ele conta que é o único personagem gay assumido na emissora em que trabalha. "É um avanço para o mundo gay, porque o cabeleireiro da Pitty não é um gay esteriotipado ou escondido", conta. Sobre o Miss Gay, ele ervela que o que mais o encanta é a criatividade das candidatas. "É uma oportunidade única de cada gay mostrar seu estilo". O editor do Mix Brasil, André Fisher gostou muito do resultado final do concurso. "Miss Bahia total. De ponta a ponta na mesa dos jurados, a gente se comunicou falando dela. Gostei muito da Miss Piauí e votei pra ela ficar em segundo", disse. O juizforano Ricardo Villani é modelo há cinco anos e conta que o convite para ser jurado no concurso surgiu, porque ele posou para a ervista G Magazine, em maio deste ano. "É a primeira vez que venho e estou orgulho com o convite. É uma responsabilidade grande, tanto que nem fui à Parada, pra poder descansar para hoje à noite. Elas são profissionais na passarela e tenho que ser profissional na hora de votar também", explica.
A cabeleireira das estrelas e amiga da atriz Suzana Vieira, Ruddy veio ao Miss Brasil Gay cerca de 20 anos atrás. "Agora, vejo a evolução do concurso. Me orgulho de ser mineira". A drag queen Salete Campari perdeu as contas de quantas vezes veio ao Miss Gay. "A cidade é muito respeitosa". A Miss Brasil 2004, Renata Finsk, também falou do carinho de Juiz de Fora e disse que a festa "É um sucesso!". A drag queen Isabelita dos Patins vem há vários anos para o Miss Gay e adora a recepção de Juiz de Fora. "É uma cidade interiorana, são todos sempre muito simpáticos". Ele conta que foi sozinho à Praça Antônio Carlos durante a Rainbow Fest e todos foram carinhosos com ele. Quando ao Miss Gay, ele pede mais apoio aos comerciantes e aos hotéis. "Primeiro, eles têm que ajudar o Miss Gay e depois os outros eventos gays que surgiram graças ao concurso. JF deveria ter um monumento em bronze de Chiquinho Cabeleireiro", afirma.
A Miss Brasil Gay 2005, Mirella Aciolly, assim que colocou os pés no Ginásio do Sport, mesmo antes do concurso começar, foi parada várias vezes para tirarem fotos, tanto pela imprensa quanto por admiradores. "Já estou me preparando psicologicamente para passar a coroa" e diz que a experiência durante o ano de Miss foi muito importante. Depois de ter conhecido as misses, Mirella disse estar impressionada e ficou em dúvida entre três candidatas. "Para ser um Miss Brasil Gay é perciso atitude". Também estiveram presentes convidados que passaram pela Galeria da Beleza e da Fama, como Fernanda Muller, hostess do Miss Brasil Gay, e mostrou-se em um traje pra lá de sensual. Sua gravata de strass também fez bastante sucesso. Outros nomes na passarela foram Oswaldo Braga e Marcos Trajano, do MGM; a Miss Brasil Gay 1997, Roberta Rossi, a Miss Brasil Gay 1993, Luíza Ferret; a Miss Brasil 2001, Alessandra Vargas; a Miss Brasil Gay 2003, Mylena Schieffer; Dimmy Kier, da Festa da Val, juntamente com os organizadores; Chica Chiclete; o palhaço Oh! Linda; Chacrinha; a Miss Brasil Transexy 2002, Aleika, entre outras celebridades. Uma noite com muitas pérolas no jurado, na passarela e na platéia. Um luxo! |
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