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    Concurso acontece em novo local O diretor artístico do Miss Brasil Gay, em 2007,
    André Pavam confirma que o evento acontece no Clube Tupynambás

    Sílvia Zoche
    Repórter
    03/05/2007

    O Miss Brasil Gay 2007 promete novidades. A começar pela direção artística, que é comandada oficialmente por André Pavam, que já produziu desfiles para o evento e promete algo ainda mais glamouroso este ano com o tema Brasil multicultural.

    E se em todos os anos, virou tradição o Miss Brasil Gay ser realizado no Sport Club Juiz de Fora (Avenida Barão do Rio Branco, 1303), este ano o lugar será outro. De acordo com André, está decidido, nem Sport Club, nem no Expominas ou Conex, como havia cogitado o prefeito Alberto Bejani, em 2005 - este foi o ano em que Chiquinho Cabeleireiro retornou com o evento para Juiz de Fora, já quem em 2004, ele levou o Miss para o Rio de Janeiro.

    Quem for ao Miss Gay 2007, vai assistir aos shows e ao concurso no Clube Tupynambas (Rua Delorme Louzada, 32). "O Expominas é muito longe. Fica inviável para o público ir até la", diz André.

    Data

    A data, normalmente, é no último sábado de agosto. Desta vez, o concurso foi marcado no penúltimo fim de semana, no dia 18 de agosto (sábado). O Rainbow Fest, organizado pelo Movimento Gay de Minas, vai ser na mesma semana do Miss, de 13 a 19 de agosto, com a Parada Gay, no sábado, 18. A programação ainda está em fase de planejamento.

    Ingressos e mesas

    Os ingressos e mesas ainda não estão à venda, mas André adianta que isso deve acontecer no mês de junho, "provavelmente no dia 1º de junho", no lançamento da festa em um coquetel preparado para a imprensa.

    A base estrutural do evento

    Nesta sexta-feira, 04 de maio, a coordenação do Miss Brasil Gay preparou um coquetel para contatos comerciais e com agências de publicidade para apresentar o projeto do concurso. "Vamos mostrar um clipe da festa, mostrando o que é o evento, projetos com espaços para publicidade com as devidas cotas e, principalmente, chamar a atenção do empresariado", diz André.

    O diretor artístico enfatiza que Juiz de Fora lucra todo ano com o evento. "São R$ 4 milhões em três dias. Isso é mais de 10% do Turismo de evento da cidade". Para ele, a cidade não é preconceituosa ao não patrocinar o concurso. "É acomodação mesmo. Eles pensam 'pra que patrocinar, se já ganho sem apoiar?'. Só que o evento custa em torno de R$ 150 mil. Vamos conseguir esse dinheiro só com a venda de ingressos e mesas?".

    André afirma que todos os contatos comerciais e agências convidados já confirmaram presença no coquetel desta sexta. "Não temos dúvida que será um sucesso".

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