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    Cine-Theatro Central leva glamour ao Miss Brasil Gay 2008 A maioria concordou que o local trouxe elegância ao concurso, mas o valor dos ingressos foi considerado alto, deixando cadeiras vazias no Central

    Sílvia Zoche
    Subeditora
    18/08/2008

    Expectativa e muita euforia entre todos que presenciaram o Miss Brasil Gay 2008 no sábado do dia 16 de agosto. Afinal, além da beleza das misses e de seus trajes típicos e de gala, o 32º concurso da maior beldade do mundo gay aconteceu em um teatro de grande história e riqueza cultural: o Cine-Theatro Central.

    O teatro fica bem próximo ao calçadão da Halfeld, rua onde muitos badalam durante o dia em direção à Parada Gay, que este ano teve a participação de cem mil pessoas entre homossexuais, simpatizantes e curiosos, batendo recorde de público.

    Às 20h, já havia um tapete vermelho estendido em frente ao Central, para a famosa Galeria da Beleza do Miss Brasil Gay desfilar. Aos poucos, as pessoas se aglomeravam em volta do tapete para assistir à chegada dos jurados e outras celebridades do mundo gay.

    Muitos dos que estavam lá, não entraram para ver os desfiles das misses - lugares ainda existiam (segundo a administração do Central, foram cerca de 1300 pagantes para um total de 1800 lugares. A assessoria de imprensa do Miss Brasil Gay ainda não fechou a estimativa).

    Um dos jurados do concurso, o ator Flávio Siqueira (foto abaixo, à esquerda) - que já fez parte do júri em 2006, o último ano em que o evento aconteceu no Sport Club (Avenida Rio Branco, 1303) - estava ansioso para ver as novidades. "Pelo visual, parece estar maravilhoso. Acredito que o concurso ganha uma outra cara", disse.

    Mas, por outro lado, Flávio escutou comentários que considerou pertinentes. "Tenho ouvido as pessoas comentarem sobre o preço do ingresso (preço dos ingressos). Não se pode pensar num preço, sem pensar que tem toda uma estrutura em volta, mais festas, hotel, alimentação, mais ingressos. Tem que ir em busca de mais patrocínio para baixar o preço (do ingresso), para ser mais acessível, senão o evento acaba caindo. A maioria tem que arcar com almoço, hotel, festa e acaba desistindo do concurso", comenta.

    Foto de várias finalistas Foto de várias finalistas Foto de várias finalistas

    O Mister Brasil Gay 2007, Luciano Lupo (foto acima, à direita), não teve muito tempo para apreciar com calma todo o glamour do local antes do evento começar, porque, além de ser convidado para fazer parte do júri, ele também estava no Central a trabalho, entrevistando as personalidades para uma emissora de TV. "Estou tentando gravar o máximo para pegar todas as celebridades", diz, lembrando que em setembro de 2008 vai passar a faixa de Mister Brasil Gay. "Fui eleito Mister Brasil Gay em outubro de 2007. Também sou Mister Mundo Gay, mas este pelo voto popular", explica.

    Os irmãos Carlos e Júlio Guedes (foto acima, ao centro) foram jurados pela primeira vez, mas trabalharam com o idealizador do Miss Brasil Gay, Chiquinho Cabeleireiro, há 27 anos, na parte de produção, cenografia. "Tudo no Sport, sempre ao lado de Chiquinho". E completam: "O Central veio para dar um toque especial para a festa. O concurso merecia um palco mais bonito. Um adorno para a festa, além da modernidade".

    Para Léo Áquila (foto abaixo, à direita), que fez quatro performances no palco no intervalo dos desfiles das candidatas, a mudança para o Central foi uma conquista. "Gostei, porque a gente precisa evoluir. As conquistas no mundo gay são em doses homeopáticas", ri. "As misses merecem um lugar glamouroso, porque ginásio é lugar de esporte e não de concurso de miss", completa.

    Foto de várias finalistas Foto de várias finalistas Foto de várias finalistas

    A Miss Brasil Gay 2006, Layla Kenn (foto acima, ao centro) gostou a mudança, mas "sente um pouco de falta do calor humano". E complementa: "Graças à Deus eu fui eleita Miss na 30ª edição do concurso lá no Sport". Sobre seu visual como jurada, calça e colete pretos de cetim e camisa branca com gola de babado, Layla diz ter se inspirado no look da Miss Universo Riyo Mori, na entrega da faixa do Miss Universo 2008. "Modifiquei um pouco. Além de ser Miss, nós temos cultura".

    A apresentadora do desfile, a drag caricata Silvete Montilla (foto acima, à direita), que animou a platéia do início ao fim do concurso, achou "maravilhosa a mudança para o Central, apesar do público ser em menor número, mas também é mais aconchegante", afirma.

    Este ano, como não foi montada uma passarela no meio do público - os desfiles das misses aconteceram no próprio palco do teatro -, os jurados foram apresentados já em lugares reservados nos três andares do lado esquerdo e direito do palco.

    Jurados
    • Flávio Siqueira - ator
    • Tâmara Almeida - Miss Mundo Brasil 2008
    • Luciano Lupo - Mister Brasil Gay 2007 e repórter de uma emissora de TV
    • Howard Gillick - Organizador do Brasilian Ball
    • Antônio Carlos Morcilo - Maquiador
    • Layla Ken - Miss Brasil Gay 2006
    • Janaina Dias - representante do Ministério do Turismo
    • William Damasceno - assessor parlamentar
    • Rogério Bello - estilista
    • Valéria de Freitas Araújo - advogada e empresária do ramo da construção civil
    • Tom Reis - maquiador
    • Isabelita dos Patins
    • Aidê Galil - advogada
    • Sergio Matos - produtor de moda
    • Carlos Guedes
    • Júlio Guedes
    • Thaissa Schneider
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