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    Ser miss vai muito além da bela produção Beleza, simpatia, elegância são somente alguns dos quesitos para ser uma miss

    Sílvia Zoche
    Subeditora
    21/08/2008

    Todo mundo sabe como uma bela produção é capaz de mudar o visual de uma pessoa, chegando, às vezes, ser inacreditável tal transformação. Atualmente, virou moda programas televisivos promoverem o "antes" e o "depois" de pessoas que desejam mudar o look.

    As candidatas ao Miss Brasil Gay sabem muito bem o que é uma transformação e como estas mudanças são surpreendentes. Grande parte dos espectadores do concurso, que elege a mais bela transformista do Brasil, não têm a mínima idéia de como elas são sem a maquiagem e sem os trajes de gala e típico. E quando vêem o veja o antes e depois da misses no Portal ACESSA.com ficam boquiabertos.

    Segredo do sucesso

    Unhas perfeitas, pele e cabelos hidratados, corpo esculpido com malhação, roupas deslumbrantes cravejadas com os mais diferentes cristais e bordados, sandálias, maquiagem, viagens por todo o país participando de concursos... Ufa! Aja disposição, paciência e muito trabalho para ser uma miss.

    "A batalha é muito grande", diz Ruby de La Vega (foto abaixo, ao centro), que este ano foi Miss Distrito Federal. "Sonho que é sonho tem que batalhar. E foram dois anos de conquista", conta a Ruby, que foi eleita a Miss Beleza Gay SP 2008.

    Ser um miss implica uma grande responsabilidade, afinal, a candidata vai levar o nome de sua cidade e depois estado e representá-lo. Por isso, o investimento na carreira é grande.

    Para Ruby, ter muito dinheiro também é importante para conseguir confeccionar belas roupas e poder viajar participando dos concursos. Além disso, a maquiagem bem feita é essencial para uma pele deslumbrante e traços delineados. "É essencial saber se maquiar, porque você encontra a sua própria identidade e fica mais natural", revela.

    Foto de Miss Amazonas Foto da Miss Distrito Federal Foto da Miss Bahia

    Mais tímida, a Miss Bahia Kessilyn D' Vagnner (foto acima, à direita) comenta que uma das coisas que faz é hidratar os cabelos e mantê-los na cor natural. "Fica estranho pintar", opina. Já a Miss Amazonas 2008 Charlote Kawasky (foto acima, à esquerda), deu algumas dicas para as futuras misses. Ela conta que este foi o terceiro ano que concorre ao Miss Amazonas e desta vez foi eleita.

    "Ser bonita ajuda, mas não é tudo. É preciso ter desenvoltura na passarela, elegência, simpatia, postura, saber colocar o braço, vestido, cabelo, maquiagem... O conjunto tem que ser completo", diz Charlote, que revela um segredo de como andar na passarela. "O concurso de Miss não é desfile de top model. Miss é mais clássica".

    No dia do concurso, 16 de agosto, quando a Miss Brasil 2007 Ianka Ashylen (foto abaixo, à esquerda) passou a faixa para a Lizandra Brunelly, a Miss Brasil 2008 (foto abaixo, à direita) , ela fez um discurso emocionado, dizendo "não ser fácil ser Miss, que é uma grande responsabilidade".

    Foto de Miss Amazonas Foto de Miss Espírito Santo

    Em entrevista à imprensa, logo após receber a faixa de Miss, Lizandra diz: Além das dificuldades financeiras, também tem a psicológica. Não é fácil estar aqui. E fala que, além de beleza e carisma, "é essencial conquistar o público".

    O marido da Miss Brasil 2007 há 11 anos, Leline de Paiva Arruda, comenta que o signo de Ianka contribui para que ela conquiste seus objetivos. "Ela é de escorpião e quando quer uma coisa, vai até o fim. Por exemplo, ela disse que seria um dos melhores cabeleireiros do Espírito Santo. E conseguiu". E lembra que em 2006 e 2007 ela usou um estilo de cabelo, moicano aberto, e que alguns amigos diziam para ela mudar. "Ela brigou por esse cabelo. Ela ficou com jeito de diva".

    Além disso, o pensamento positivo, a fé e ceder em alguns momentos são essenciais. "Nós abrimos mão do carro, da reforma da casa, porque não foi barato", conta Leline, dizendo que em 2007, o vestido de gala de Ianka custou R$ 30 mil; o típico, R$ 15 mil; e a exclusividade do estilista, R$ 5 mil. "Hoje, já conseguimos comprar o carro e reformar a casa", diz.

    Como uma de suas responsabilidades, Ianka usa seu título em prol de outras pessoas. Por isso, em 2007 organizou a Festa da Solidariedade em Juiz de Fora e repetiu a dose em 2008. Lizandra diz que quer seguir os passos de Ianka, percorrendo cidades e produzindo festas beneficentes para arrecadar alimentos.

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