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    O requinte dos trajes de gala
    Candidatas do Miss Brasil Gay 2003 arrasam na produção

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    Repórter: Deborah Moratori
    Fotos e Edição:
    Ludmila Gusman
    Apoio Técnico:
    Patrícia Guimarães de Faria e
    Danilo Oliveira Santos

    18/08/03

    "Gente, existe crise no Brasil?". Este comentário da atriz, Marlene Casanova, uma das apresentadoras do 27º Miss Brasil Gay, traduz o luxo, o requinte e o glamour dos trajes de gala com que as candidatas do concurso desfilaram.

    Na platéia, o que se ouvia eram frases como "Chiquérrima...", "Audácia pura!", "Maravilhosa...". Havia também os boquiabertos que não conseguiam pronunciar um comentário, tamanha a elegância das convidadas.

    Plumas e paetês
    Cristais swarovski, pedrarias, strass, rívoles, lantejoulas, canutilhos e paetês faziam reluzir vestidos confeccionados em cetim bucol, organza suíça, veludo alemão, renda guipure, musseline e gazar de seda pura, segunda pele, organdi italiano e shantung. Enfeitados de plumas, boás, penas de pavão e avestruz, rabo de galo, peles de coelho, javali, materiais rústicos como grãos de milho e trigo, búzios, couro, juta e palha também tiveram espaço, principalmente nos trajes típicos.

    Miss Gay Amazonas - Ana Beatriz Miss Gay Fernando de Noronha - Keti Killere Miss Gay Bahia - Marcela Ópera

    E engana-se quem pensa que o luxo esteve restrito a plumas e paetês. Materiais nobres como pérola e ouro conferiam ainda mais glamour a algumas criações, além das pedrarias importadas. Do corte clássico à influência oriental, drapeados, plissados, babados, tecidos pintados, pregueados, recortes assimétricos e navalhados a laser deram elegância aos trajes das candidatas. Nos pés, saltos altíssimos, plataformas, botas longas de fazer inveja - e fazer cair - a qualquer mulher! Confeccionados por estilistas famosos e costureiros prestigiados, o preço médio do traje de gala girou em torno de R$ 5 mil.

    Michele X -
Miss Brasil Gay 2002 Criador e criatura
    A estilista Michele X foi responsável pela criação do traje de gala de cinco candidatas - Miss Gay Acre, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e São Paulo. Trabalhando há sete anos com estilismo, a especialidade de Michele X são os corseletes, peça por que cobra cerca de R$ 450, só a estrutura - a confecção de um vestido de noiva fica em média R$ 4.500.

    A inspiração, ela diz, "vem na hora. Se for um vestido mais elaborado, preciso de um tempo para pensar". O vestido mais bonito que criou? "A minha roupa que usei quando fui a Miss Brasil Gay em 2000. Um tomara-que-caia com cauda preto, azul e pink, bordado com 40 mil pedras e cristais", responde.

    Gil Velasques Gil Velasques foi o responsável pela criação do traje de gala da candidata do Mato Grosso do Sul, um corselete rebordado com explosões de strass e pedrarias diversas e uma saia plissada cor de rosa. Velasques trabalha como estilista há 10 anos. De acordo com o estilista, suas criações têm inspiração no bom gosto e no luxo. "Eu olho e sinto, é tudo uma questão de momento", diz.

    Lisa Suan - Miss
Tocantins Gay O estilista que também trabalha com a confecção de acessórios, tem como especialidade vestidos de gala com corte de alta costura, trajes por que cobra uma média de R$ 2 mil. O traje de gala da Miss Mato Grosso do Sul custou R$ 5.800. "A roupa tem inspiração nas deusas da década de 20 e 30. É uma criação de muito luxo e glamour", define.

    A candidata do Tocantins, Lisa Suan, não precisou de recorrer a um estilista. Ela mesma criou o próprio vestido confeccionado em segunda pele com bordados estratégicos em cristais irisados de diversas cores. "Primeiro eu idealizei o corpo do vestido, depois surgem os detalhes e os desenhos", explica.

    Além das passarelas
    Mas o luxo ultrapassou os limites das passarelas. Apresentadores, convidados e jurados capricharam na produção. Baby Mancini e Marlene Casanova usaram dois vestidos diferentes nos dois momentos distintos do show, a apresentação dos trajes típicos e de gala. Não decepcionaram o público. A organizadora do Miss Brasil Gay, Mademoselle Debrette de Leblanc surgiu em um longo de cetim bucol rebordado em pedrarias. Os acessórios incluíam um par de luvas longas negras sob um bracelete de strass e cristais diversos.

    Baby Mancini Marlene Casanova Mademoselle Debrette de Leblanc

    Entre o corpo de jurados, Rebeca Felini surgiu usando um autêntico Versace vindo da Itália. Arlete Heringer, atriz global, fez alusão ao movimento gay, vestida com um blazer nas cores do arco-íris sobre um macacão justésimo preto que mostrava sua boa forma. A Miss Brasil 2002, Thaísa Thompsen, usou um modelo tomara-que-caia verde rebordado. Já Taíssa Nogueira, Miss Brasil Gay 2002, honrou a coroa e passou a faixa com um longo pink de decote ombro a ombro e leve cauda, todo confeccionado em lantejoulas. Arrasou!

    Rebeca Felini num legítimo Versace Atriz global Arlete Heringer Miss Brasil 2002 Thaísa Thompsen Miss Brasil Gay 2002 Taíssa Nogueira

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