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    A evolução do concurso


    Mademoselle Debrette de Leblanc,
    personagem do organizador do evento, durante o concurso de 1998.
    Ao fundo, de azul, Elke Maravilha.

    A história do Miss Brasil Gay começa em 1977, de uma brincadeira, parodiando o concurso Miss Brasil para mulheres. Segundo Chiquinho Mota, na época, a Escola de Samba Juventude Imperial passava por uma crise e, para ajudar a agremiação, ele resolveu fazer uma festa. O evento tornou-se oficial e passou a acontecer todos os anos, sempre em agosto.

    Nas três primeiras edições, o concurso tinha uma conotação carnavalesca misturada ao transformismo. As pessoas não torciam para a representante de um determinado estado, até porque as concorrentes eram todas de Juiz de Fora. Torciam para o destaque da sua escola de samba, fosse Juventude Imperial, Real Grandeza ou outra. A partir da década de 80, foram criadas regras para o concurso. Travestis ou pessoas siliconizadas, por exemplo, não podem se inscrever.

    O organizador do concurso, Chiquinho Mota, conta que o transformismo surgiu no país a partir do Miss Gay. “O transformista veste-se de bom gosto. Ele busca a estrela que tem dentro de si e se transforma nela em ocasiões especiais. Mitos como Marilyn Monroe só existem porque o mundo gay os cultua”, completa Chiquinho, que tem na personagem Mademoselle Debrette de Leblanc, “a sua estrela”. Leblanc é uma paródia de Maria Augusta Nielsen Socila, mais conhecida como Socila, que coordenava, na década de 70, os cursos mais badalados de etiquetas sociais do país.

    Presenças de destaque nacional já estiveram em Juiz de Fora para o evento, como a ex-primeira dama do país, Iolanda Costa e Silva, os atores Gerson Brener e Stephan Necersian, as modelos Luiza Brunet, Ísis de Oliveira e Piná, o estilista Geraldo Sobreira, a atriz Elke Maravilha, a empresária Vera Loyola, entre outros.

    A partir do prestígio do Miss Gay, começaram a acontecer concursos estaduais. Hoje as candidatas se inscrevem depois de terem vencido o concurso de seu estado. Para 1999, por exemplo, a Miss Rondônia já enviou pedido de inscrição, que é feita gratuitamente. De acordo com Chiquinho, não há como cobrar taxas extras, já que as misses já arcam com grandes despesas, como passagens, roupas e maquiagens.

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