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  • Juiz de Fora 150 anos em um minuto:
    Os fatos e personalidades que construíram a história da cidade.
    Novas crônicas todos os dias, de segunda a sexta.
    Uma iniciativa da Rádio FM Itatiaia e do JFService

    25/04/2000

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    Santa Casa de Misericórdia
    O pioneirismo, na metade do século passado, levou o Comendador José Antônio da Silva Pinto, mais tarde nomeado Barão de Bertioga, a fundar a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (Av. Barão do Rio Branco, 3353; Bom Pastor). Homem de muitas posses e de alta formação moral e cristã, ele cuidou da construção do prédio em sua propriedade, inaugurando o hospital em 6 de agosto de 1854. Como ainda persiste nos dias de hoje, uma irmandade mantém a instituição, neste caso, os trabalhos foram entregues à Irmandade Senhor dos Passos, existente desde 1878. Entre seus provedores, destaca-se a figura do doutor Braz Bernardino Loureiro Tavares, que assumiu a direção em 1897. O sergipano ampliou as instalações do hospital, disponibilizou salas para operações, aumentou a capacidade instrumental cirúrgica, assegurou 32 prédios novos e bem edificados para renda, entre outras conquistas. Durante anos, a instituição vinha desfrutando da condição de ser uma das mais bem organizadas santas casas do paÍs. Entretanto, no início deste ano, a crise financeira do hospital foi exposta à população de Juiz de Fora. Uma dívida de mais de 20 milhões de reais colocou em risco o funcionamento da instituição.

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    Morro da Glória
    A história de Juiz de Fora sempre foi marcada por rivalidades, consentidas ou não. Católicos e protestantes, brancos e negros e moradores do núcleo formado por Mariano Procópio no Morro da Gratidão – hoje Morro da Glóra (Av. dos Andradas) – e os do centro da cidade. Em torno da Companhia União Indústria, surgiu um povoado de colonos alemães que vieram trabalhar na empresa do Comendador Mariano. Em torno da companhia, instalada na rua Bernardo Mascarenhas, trabalhavam cerca de 150 operários livres e cem aprendizes. Com eles, foram surgindo a escola agrícola, os armazéns, os depósitos de café, a chácara do comendador, hoje Museu Mariano Procópio, e a Estação da estrada de ferro Pedro Segundo. Com a decadência da companhia, a partir de 1878, a área, urbanizada pelo arquiteto Miguel Lallemond, foi loteada e começou a ser vendida. Os próprios colonos adquiriram os terrenos e formaram o bairro que chegou a ser chamado de Marianópolis.

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    Rua Batista de Oliveira
    Francisco Batista de Oliveira nasceu em Entre Rios de Minas, em 11 de julho de 1857. Em 1882, mudou-se para Juiz de Fora, onde foi logo instalando a tradicional "Casa da Barateza". Considerado um dos maiores empreendedores da cidade, Batista de Oliveira se destacou por seu espírito pioneiro. Foi fundador do Banco de Crédito Real de Minas Gerais e da Academia de Comércio de Juiz de Fora. Além disso, criou o Diário de Minas, o pão de Santo Antônio e ainda construiu o monumento do Cristo Redentor, instalado no Morro do Imperador. Em Paris, na casa Fond e Companhia, organizou diversas exposições dos cafés finos brasileiros, desenvolvendo ampla campanha do produto nacional no exterior. Apesar da disposição, morreu ainda novo, aos 45 anos. Por todo seu idealismo e vigor, a antiga rua do Comércio foi batizada com seu nome. É hoje a Rua Batista de Oliveira.

    Créditos:
    Texto e áudio - Equipe de Jornalismo Rádio FM Itatiaia JF
    Edição Internet e recursos digitais - Equipe JFService / ArtNet

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