Comércio Eletrônico

Fique plugado na Internet que dá dinheiro

Colaboração:
Repórter Ana Maria Reis
24/02/2000

Após o boom das vendas online no Natal, os norte-americanos estão ainda mais otimistas quanto ao crescimento das transações comerciais e as facilidades que a Internet oferece. Mas o comércio online já é uma realidade entre os empreendedores de Juiz de Fora. Então, plugue-se para não ficar fora do mais novo filão eletrônico!

Uma recente pesquisa da Jupter Communications Inc., a maior autoridade mundial em comércio eletrônico, constatou que os norte-americanos que foram às compras de Natal sem sairem de casa, isto é, que compraram através da Internet, estão satisfeitos com as transações que fizeram. Eles gastaram simplesmente US$ 7 bilhões no final do ano passado. A Jupter aconselha aos comerciantes que estão na Rede a tirar proveito deste impulso para transformar seus clientes ocasionais em consumidores fiéis.


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Fidelidade

A introdução de afeto nas relações é uma jogada mais do que explorada pela TV e não deixaria de ser diferente nas novas mídias à procura de adeptos. Flávio Corazato, gerente de e-business da IBM, aponta para a diferenciação capaz de alavancar o comércio eletrônico no varejo: “o comprador é aquele que paga em cash pelo melhor preço do mercado, já o cliente, este se identifica, preenche uma ficha de crédito”, fala Corazatto à revista Internet Business, nº 9.

Abrindo as vitrines online para pequenos e médios empreededores e seguindo o conselho acima, está o Sebrae-MG. O serviço criou no ano passado um shopping virtual. “O pós-venda é uma questão chave para garantir a fidelização do cliente”, argumenta Jenimar Loures Lopes, responsável técnico pelo Boacompra na região da Zona da Mata. O shopping, que está atualmente operando com 54 lojas, foi montado em parceria com a IBM e a Telemar.

O “pós-compra” pode ser entendido da seguinte maneira: depois que o cliente tecla no produto desejado, começa a via-crucis do comerciante que deverá aliar a agilidade da entrega e o compromisso em manter a qualidade da mercadoria que não pôde ser apalpada pelo cliente.

O site de venda pode ser lindo e maravilhoso, a tecnologia ser a mais avançada e que garanta a privacidade do usuário, mas se o back office da empresa não é capaz de gerenciar o estoque e os pedidos de entrega dos produtos, o negócio estará fadado ao insucesso.

O comerciante virtual também não deve abrir mão de uma pesquisa de satisfação dos seus clientes, sendo este ponto, inclusive, um dos mencionados pelo controle de qualidade imposto pelo projeto do Boacompra.

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