Quinta-feira, 13 de março de 2008 atualizada às 18h40

Começam as obras de revitalização do Instituto de Laticínio Cândido Tostes. Investimento é de R$ 1 milhão



Daniele Gruppi
Repórter

As obras que vão revitalizar o Instituto de Laticínios Cândidos Tostes (ILCT) começaram neste mês de março. Ao todo, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) vai investir R$ 1 milhão na reestruturação física e modernizada do ILCT e na implantação da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), que deverá consumir do recurso total disponível R$ 330 mil.

Segundo o chefe do Centro de Administração, Produção e Comércio, Nelson Tenchini , as obras fazem parte do desmebramento do Plano Diretor, elaborado 2005. "A estrutura física do Instituto é de 1935, havia já a necessidade dessa reforma. As instalações serão reformadas para abrigar salas de ensino, pesquisa e produção".

Vão ser construídas novas salas de aulas práticas e três laboratórios de Tecnologia e desenvolvimento de Produtos, destinados aos alunos do Curso Técnico em leite e Derivados. Os recursos somam cerca de R$ 645 mil e o prazo de conclusão é de seis meses. "Tivemos que parar a produção da fábrica, mas depois da revitalização do núcleo a capacidade de processamento de leite será de oito mil/litros por dia. Vamos aumentar a linha de queijos processados, de 12 para 20. Voltaremos a produzir requeijão cremoso, doce de leite em tablete e lançaremos bebida láctea", declara. Atualmente, a fábrica produz também manteiga, doce de leite e iorgute.

Foto do telhado em construção do Instituto Cândido Tostes Foto do telhado em construção do Instituto Cândido Tostes

Nelson Tenchini afirma ainda que essa é só a primeira fase do Plano, que propõe também a construção de um centro de capacitação de treinamento e de transferência de tecnologia. "Realizamos cursos de pequena duração, que atrai pessoas do Brasil inteiro. A obra atenderá a essa demanda".

Implantação da ETE

A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) vai ser responsável por tratar todo o esgoto produzido pelo Instituto de forma intermitente, atendendo a deliberação normativa do Copram 010/86.

Com capacidade para cerca de 50 mil litros de efluentes/dia, a estação vai utilizar o processo biológico lodo ativado. Os resíduos recuperados vão ser despejados em aterro sanitário apropriado ou usados como adubo. A obra deve ser concluída em três meses.


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