Juiz de Fora amanhece sem ônibus

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28/04/2017, atualizada às 12h39

Juiz de Fora amanheceu sem ônibus nesta sexta-feira, 28 de abril. O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte e Trânsito (Sinttro) aderiu à greve geral. Na tarde da última quinta, 27, o vice-presidente do Sinttro, Claudinei Janeiro, informou o novo horário da manifestação - que anteriormente estava marcada para começar as 8h30 e afirmou que será por tempo indeterminado. Os coletivos deixaram de circular à meia-noite e os carros foram recolhidos nas garagens.

Pista central é liberada

Em nota, a A Secretaria de Transporte e Trânsito informou que  as faixas exclusivas das Avenidas Brasil,  Cel Vidal, Getúlio Vargas e Francisco Bernardino estão liberadas para o trânsito dos demais veículos. Já a pista central da Rio Branco, liberada para os táxis. Os pontos de ônibus devem ser utilizados para as operações de embarque/desembarque e todas as leis de trânsito devem ser respeitadas. A medida foi adotada para a melhoria da fluidez no trânsito enquanto durar a paralisação do serviço do transporte coletivo.

Empresas entram com ação contra Sinttro

Conforme nota enviada à imprensa, o Consórcios Integrados de Transporte Coletivo (Cinturb), através de sua assessoria jurídica, está entrando com medidas judiciais contra o Sinttro em função da paralisação desta sexta-feira, 28. Seus representantes foram convidados, para uma reunião, em caráter emergencial, no Ministério do Trabalho, que aconteceu hoje, ainda na parte da manhã, e seria intermediada pelos técnicos da pasta, mas os sindicalistas não compareceram.

A entidade e seus diretores do Sindicato já haviam sido citados em Comunicação Extrajudicial, emitida na tarde de quinta-feira, pela assessoria jurídica dos consórcios, visando evitar a paralisação da frota, ou circulação mínima, lembrando decisão judicial que determinava circulação mínima conforme parâmetro do movimento grevista anterior. O pedido foi de circulação de 80% pelo menos.

Hoje uma ação judicial do Cinturb contra o Sinttro e seus diretores já está em tramitação visando a responsabilização, de ordem criminal e civil, pelas consequências da greve geral.

Neste momento, os consórcios estão empenhados em fazer a frota voltar a circular na cidade.

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