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    Quarta-feira, 24 de maio de 2017, atualizada às 17h46

    Profissionais de artes e designer resgatam memória em comemoração aos 167 anos de Juiz de Fora

    Da redação

    Nesse período de comemoração do aniversário de Juiz de Fora, que completa 167 anos no próximo 31 de maio, profissionais anfitriões da 'terrinha' e outros abraçados por ela, desenvolveram trabalhos relacionados a história, arte e arquitetura encontrada na cidade. Um deles, é a coleção de cadernetas do designer Leopoldo Lima, com desenhos minimalistas que despertam memórias afetivas de pontos que marcam o cotidiano dos juizforanos. A ideia cativa quem deseja um pequeno souvenir de seu município.

    Os traços são dos pontos mais frequentados e turísticos locais, como Morro do Cristo, Cine Theatro Central, Igreja da Glória, Catedral, Praça da Estação, o calçadão da Rua Halfeld e o relógio do Parque Halfeld, tido como um dos pontos de encontro mais conhecidos na região central. “Pesquisa foi realizada com algumas pessoas pelas ruas, moradores ou não, que me apontaram os espaços que conhecem ou que fazem lembrar a cidade, seja pela arquitetura, ponto turístico ou de encontro”, explica o idealizador do projeto, que mora há quatro anos na cidade, onde fez carreira, faculdade e amizades.

    Ele recorda que a ideia surgiu durante o período de faculdade, quando professores questionavam o número reduzido de produtos e souvenirs que reproduzissem espaços marcantes de Juiz de Fora. A partir disso, que Leopoldo pensou em desenvolver desenhos e protótipos para o projeto, que vai além das cadernetas confeccionadas manualmente. “Também pretendo lançar camisas, chaveiros agendas e ímãs. Vou fazer uma nova pesquisa com o público para conhecer a demanda e a opinião de cada um. Após essa etapa, vou procurar fornecedores e parceiros para a expansão do projeto”. Os caderninhos de bolso serão lançados nesta quinta-feira, 24 de maio, na rua Santo Antônio, 530.

    Ladrilhos Hidráulicos

    Para trabalhar a memória de Juiz de Fora através da arte e arquitetura com seus alunos do 4º ano do ensino fundamental, a professora de artes do Colégio Santa Catarina (CSC), Andrea Rodrigues, fez um recorte na história para abordar os ladrilhos hidráulicos. Depois de falar sobre a Cia. Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri e importância dos ladrilhos para a economia da cidade, as turmas tiveram que confeccionar e pintar seus próprios ladrilhos, que eram reproduções de peças existentes dentro do imóvel, a partir de massa de biscuit.

    “Eu fiz um apanhado com eles sobre os ladrilhos hidráulicos em Juiz de Fora e finalizei apontando para nosso Colégio, que foi construído pela Companhia e ainda conserva em alguns ambientes belíssimos ladrilhos. Eles fazem parte da memória afetiva.de muita gente”, conta a professora.

    Os alunos aprenderam de que eram feitos os ladrilhos, como e onde eles surgiram, o que representavam. “Juiz de Fora abrigou uma das mais importantes fábricas de ladrilhos hidráulicos, que foi a Pantaleone Arcuri, daí sua importância histórica para nós. E aproveitei para falar de imponentes prédios erguidos pela companhia, como o prédio da antiga Prefeitura, o Cine-Theatro Central, o Museu do Crédito Real, o prédio principal do Instituto Granbery, a Igreja de São Sebastião e o Castelinho da CEMIG, além do Instituto de Educação (Escola Normal), da Igreja do Rosário e do Monumento ao Cristo, entre outros”, destaca Andrea.

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