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Implantação de ciclovias em JF volta a ser discutida em audiência

Por

Quarta-feira, 11 de julho de 2012, atualizada às 19h40

Implantação de ciclovias em JF volta a ser discutida em audiência pública

Andréa Moreira
Repórter
Audiência Pública Ciclovia

Mais uma audiência pública aconteceu na Câmara de Juiz de Fora para discutir a possível implantação de ciclovias na cidade. A audiência, solicitada pelo vereador Flávio Cheker (PT) buscou demonstrar a viabilidade de construções de vias destinadas ao uso de bicicletas em vários locais de Juiz de Fora, até mesmo na área central. "Existe um plano de mobilidade do Ministério das Cidades que trata o transporte modal de bicicleta como algo primordial para o bom funcionamento das cidades. Este projeto busca inserir e  ampliar este tipo de transporte, promover a integração entre o transporte público e bicicleta, estimular as prefeituras a construir ciclovias, além do fato de difundir o conceito de mobilidade urbana sustentável", explica.

Durante a audiência, o vereador apresentou alguns argumentos, que viabilizam a construção de ciclovias em Juiz de Fora. Ideia também compartilhada pelo ciclista Carlos Eduardo Rezende Werner. "Sabemos que a bicicleta é um transporte limpo e saudável, então não consigo entender como Juiz de Fora, que é uma cidade polo, não incentiva este tipo de transporte. Vimos que a cidade está repleta de obras, mas em nenhuma existe uma ciclovia. O que pude observar é que em alguns pontos da cidade ficou ainda mais difícil trafegar de bicicleta", afirma.

JF não pode ter ciclovia no Centro

De acordo com o sciclistasubsecretário de Mobilidade Urbana da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settra), Carlos Eduardo Meuer, não existe a possibilidade de se construir ciclovias na região central da cidade. "Para construir ciclovias, teríamos que reduzir os espaços destinados ao transporte coletivo e aos pedestres. Mas um estudo realizado no ano de 1997 revelou que 0,78% corresponde ao transporte modal de bicicletas, enquanto tanto o transporte coletivo de ônibus, quanto de pedestres, representa 33% cada. Então, é inviável tirar o espaço destes dois transportes, em função dos ciclistas. Também existe a questão segurança. Além disso, acreditamos que o ciclista não tem segurança para trafegar na região central, por isso a Settra não vai incentivar este tipo de transporte no centro", destaca.

O subsecretário ressalta que existe um projeto executivo pronto da construção de uma ciclovia entre os bairros Francisco Bernardino e Distrito Industrial, no total de 8,8 quilômetros. "Esta área da cidade tem uma demanda muito grande de ciclistas. E conseguimos uma verba do Ministério das Cidades para a construção. Agora, estamos apenas aguardando a aprovação da Caixa Econômica Federal."

A audiência também contou com a presença do colombiano Rubem Baquero. Juntamente com um compatriota e um brasileiro, Baquero fundou o projeto Econciência, que tem o objetivo de mostrar os benefícios da bicicleta. Após percorrer a Colômbia e a Venezuela, o Econciência chegou ao Brasil há nove meses. "Mostramos para as pessoas e, principalmente, para os governantes os benefícios de se construir ciclovias. Bogotá, por exemplo, começou a investir neste tipo de transporte, e atualmente conta com mais de 350 quilômetros de ciclovias. E vamos mostrar para Juiz de Fora os benefícios que isto trouxe para a capital do meu país", explica.

Outro simpatizante da causa, o gestor ambiental Ugo Castañon, realizou um projeto de mestrado que trata da implantação de ciclovias na cidade. "Sabemos que este tipo de projeto não é fácil, mas em algum momento isto tem que ser realizado. Juiz de Fora não pode ficar para trás."

Além dos ciclistas, a implantação de ciclovias também irá beneficiar outro grupo, o de cadeirantes, como destaca o cineasta Franco Groia. "Se construirmos ciclovias na cidade isso vai facilitar em muito a nossa acessibilidade. Fazendo com que tenhamos mais uma ferramenta de inclusão."

Logo após a audiência, os ciclistas realizaram uma manifestação em frente à Câmara da cidade, pedalando pela região central da cidade (foto acima).

Os textos são revisados por Mariana Benicá

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Quarta-feira, 11 de julho de 2012, atualizada às 19h40

Implantação de ciclovias em JF volta a ser discutida em audiência pública

Andréa Moreira
Repórter
Audiência Pública Ciclovia

Mais uma audiência pública aconteceu na Câmara de Juiz de Fora para discutir a possível implantação de ciclovias na cidade. A audiência, solicitada pelo vereador Flávio Cheker (PT) buscou demonstrar a viabilidade de construções de vias destinadas ao uso de bicicletas em vários locais de Juiz de Fora, até mesmo na área central. "Existe um plano de mobilidade do Ministério das Cidades que trata o transporte modal de bicicleta como algo primordial para o bom funcionamento das cidades. Este projeto busca inserir e  ampliar este tipo de transporte, promover a integração entre o transporte público e bicicleta, estimular as prefeituras a construir ciclovias, além do fato de difundir o conceito de mobilidade urbana sustentável", explica.

Durante a audiência, o vereador apresentou alguns argumentos, que viabilizam a construção de ciclovias em Juiz de Fora. Ideia também compartilhada pelo ciclista Carlos Eduardo Rezende Werner. "Sabemos que a bicicleta é um transporte limpo e saudável, então não consigo entender como Juiz de Fora, que é uma cidade polo, não incentiva este tipo de transporte. Vimos que a cidade está repleta de obras, mas em nenhuma existe uma ciclovia. O que pude observar é que em alguns pontos da cidade ficou ainda mais difícil trafegar de bicicleta", afirma.

JF não pode ter ciclovia no Centro

De acordo com o sciclistasubsecretário de Mobilidade Urbana da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settra), Carlos Eduardo Meuer, não existe a possibilidade de se construir ciclovias na região central da cidade. "Para construir ciclovias, teríamos que reduzir os espaços destinados ao transporte coletivo e aos pedestres. Mas um estudo realizado no ano de 1997 revelou que 0,78% corresponde ao transporte modal de bicicletas, enquanto tanto o transporte coletivo de ônibus, quanto de pedestres, representa 33% cada. Então, é inviável tirar o espaço destes dois transportes, em função dos ciclistas. Também existe a questão segurança. Além disso, acreditamos que o ciclista não tem segurança para trafegar na região central, por isso a Settra não vai incentivar este tipo de transporte no centro", destaca.

O subsecretário ressalta que existe um projeto executivo pronto da construção de uma ciclovia entre os bairros Francisco Bernardino e Distrito Industrial, no total de 8,8 quilômetros. "Esta área da cidade tem uma demanda muito grande de ciclistas. E conseguimos uma verba do Ministério das Cidades para a_dir">

Morreu, ainda na tarde da última terça-feira, 14 de abril, o sogro do militar reformado, que ameaçou um enfermeiro da UPA Norte em busca de atendimento para o idoso.

Segundo a Secretaria de Saúde, o homem de 86 anos teve complicações em decorrência de um aneurisma abdominal com choque hipodérmico e diabetes. A hora da morte foi às 15h10 e o enterro será na tarde desta quarta, 15, no Cemitério Parque da Saudade.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a confusão aconteceu por volta das 6h20 de terça, quando o militar havia levado o sogro, 86, para a unidade, pois estava passando mal. Ainda conforme a PM, o homem afirmou que o atendimento no local não foi adequado. No entanto, o militar nega ter ameaçado o enfermeiro com uma arma.

De acordo com informações da direção da unidade, o sogro do policial militar reformado foi atendido e o protocolo de atendimento foi respeitado, já que ele deu entrada 6h40 na unidade e às 6h42 passou pela triagem.

Quarta-feira, 15 de abril de 2015, atualizada às 14h15

Morre idoso que buscou atendimento na UPA Norte

Morreu, ainda na tarde da última terça-feira, 14 de abril, o sogro do militar reformado, que ameaçou um enfermeiro da UPA Norte em busca de atendimento para o idoso.

Segundo a Secretaria de Saúde, o homem de 86 anos teve complicações em decorrência de um aneurisma abdominal com choque hipodérmico e diabetes. A hora da morte foi às 15h10 e o enterro será na tarde desta quarta, 15, no Cemitério Parque da Saudade.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a confusão aconteceu por volta das 6h20 de terça, quando o militar havia levado o sogro, 86, para a unidade, pois estava passando mal. Ainda conforme a PM, o homem afirmou que o atendimento no local não foi adequado. No entanto, o militar nega ter ameaçado o enfermeiro com uma arma.

De acordo com informações da direção da unidade, o sogro do policial militar reformado foi atendido e o protocolo de atendimento foi respeitado, já que ele deu entrada 6h40 na unidade e às 6h42 passou pela triagem.

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A audiência também contou com a presença do colombiano Rubem Baquero. Juntamente com um compatriota e um brasileiro, Baquero fundou o projeto Econciência, que tem o objetivo de mostrar os benefícios da bicicleta. Após percorrer a Colômbia e a Venezuela, o Econciência chegou ao Brasil há nove meses. "Mostramos para as pessoas e, principalmente, para os governantes os benefícios de se construir ciclovias. Bogotá, por exemplo, começou a investir neste tipo de transporte, e atualmente conta com mais de 350 quilômetros de ciclovias. E vamos mostrar para Juiz de Fora os benefícios que isto trouxe para a capital do meu país", explica.

Outro simpatizante da causa, o gestor ambiental Ugo Castañon, realizou um projeto de mestrado que trata da implantação de ciclovias na cidade. "Sabemos que este tipo de projeto não é fácil, mas em algum momento isto tem que ser realizado. Juiz de Fora não pode ficar para trás."

Além dos ciclistas, a implantação de ciclovias também irá beneficiar outro grupo, o de cadeirantes, como destaca o cineasta Franco Groia. "Se construirmos ciclovias na cidade isso vai facilitar em muito a nossa acessibilidade. Fazendo com que tenhamos mais uma ferramenta de inclusão."

Logo após a audiência, os ciclistas realizaram uma manifestação em frente à Câmara da cidade, pedalando pela região central da cidade (foto acima).

Os textos são revisados por Mariana Benicá

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Quarta-feira, 11 de julho de 2012, atualizada às 19h40

Implantação de ciclovias em JF volta a ser discutida em audiência pública

Andréa Moreira
Repórter

Mais uma audiência pública aconteceu naCâmara de Juiz de Forapara discutir a possível implantação de ciclovias na cidade. A audiência, solicitada pelo vereadorFlávio Cheker(PT) buscou demonstrar a viabilidade de construções de vias destinadas ao uso de bicicletas em vários locais de Juiz de Fora, até mesmo na áreacentral. "Existe um plano de mobilidade do Ministério das Cidades que trata o transporte modal de bicicleta como algo primordial para o bom funcionamento das cidades. Este projeto busca inserir e  ampliar este tipo de transporte, promover a integração entre o transporte público e bicicleta, estimular as prefeituras a construir ciclovias, além do fato de difundir o conceito de mobilidade urbana sustentável", explica.

Durante a audiência, o vereador apresentou alguns argumentos, que viabilizam a construção de ciclovias em Juiz de Fora. Ideia também compartilhada pelo ciclistaCarlos Eduardo Rezende Werner. "Sabemos que a bicicleta é um transporte limpo e saudável, então não consigo entender como Juiz de Fora, que é uma cidade polo, não incentiva este tipo de transporte. Vimos que a cidade está repleta de obras, mas em nenhuma existe uma ciclovia. O que pude observar é que em alguns pontos da cidade ficou ainda mais difícil trafegar de bicicleta", afirma.

JF não pode ter ciclovia no Centro

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