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    Quinta-feira, 30 de julho de 2020, atualizada às 17h59

    Polícia Rodoviária Federal prende traficante com documentação falsa na BR-040

    Da redação

    Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam na quarta-feira, 29 de julho, na BR-040, no km 766, um dos maiores traficantes da capital mineira, utilizando uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa, em Juiz de Fora. O homem, de 34 anos, trafegava pela rodovia com a esposa e duas crianças num veículo de luxo avaliado em mais de R$100 mil, quando foi abordado pela PRF, na Unidade Operacional da cidade. Ele declarou vir de Macaé (RJ) com destino a Belo Horizonte, quando apresentou à fiscalização a CNH falsa.

    Os agentes suspeitaram de que os dados, constantes no documento de habilitação, não condiziam com os do cidadão abordado. Após pesquisas em diversos sistemas policiais, inclusive os da Polícia Civil e Polícia Militar de Minas Gerais, verificou-se que o homem era, na verdade, um traficante de Belo Horizonte.

    Segundo informações da PRF, o homem chegou a movimentar milhões de reais por ano com o crime, importando pasta base de cocaína da Bolívia para o Brasil. Acredita-se que a quadrilha comandada por ele chegou a trazer mais de uma tonelada da droga por mês no auge da sua ação.

    Por volta do ano de 2012, quando se preparavam para atuar no tráfico internacional de entorpecentes do Brasil para a Europa, a quadrilha foi desmantelada após descobrirem um carregamento de cocaína escondido dentro de um bloco de granito no porto de Vitória/ES.

    Ele chegou a cumprir cerca de dez anos de prisão, mas ao ganhar a liberdade e, na tentativa de não ser reconhecido, resolveu fazer uso de um documento falso, com outra identidade.

    A CNH apresentada pelo criminoso era um documento com todos os elementos de segurança, emitida pelo órgão público através de dados fraudulentos. O documento pode ser pesquisado em todas as bases de informação públicas, até a fotografia do condutor está disponível no sistema de pesquisa.

    Ele alegou para a polícia ter pago R$5 mil pela carteira em Belo Horizonte e estaria usando o documento há mais de um mês.

    A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora. Autor conduzido à Cadeia Pública de Matias Barbosa.


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