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    Com suingue brasileiro e clássicos do soul, Zé do Black está de volta aos palcos

    Depois de cinco anos afastada, a banda reestreia trazendo nova composição e músicas autorais. A apresentação será sexta-feira, no Parque Halfeld

    Nathália Carvalho
    *Colaboração
    19/7/2012
    zedoblak

    O Zé traz a cara da popularidade brasileira e a black music resgata o som que embalou os anos 1970. Após cinco anos afastada da noite juiz-forana, a banda Zé do Black fará sua reestreia nesta sexta-feira, 20 de julho. Com a banda de cara renovada, os integrantes prometem trazer novidades para o público, com músicas autorais e clássicos do soul e do funk internacional.

    A banda começou sua trajetória em 2004, quando um grupo de amigos amantes da black music resolveram se juntar para fazer um som que combinasse ritmos internacionais e nacionais. Da parceria original, Icaro Rodrigues no saxofone, Tiago Sozzi no contrabaixo e Carla Detoni na bateria. Agora, Jussara Sarmento e Ricardo Rosa comandam os vocais, e Alexandre Cortez, que veio para afinar o som da guitarra, fecham a nova formação.

    De acordo com Ícaro Rodrigues, entre as principais influências que embalam o som da banda estão artistas brasileiros como Tim Maia, Seu Jorge, Sandra de Sá e Funk Como Le Gusta. Pelo soul e black music e ainda funk americano, os músicos inspiram-se em ícones como Stevie Wonder, James Brown e Jamiroquai. "Tentamos mesclar os ritmos e fazemos também um som mais autoral, baseado em músicas próprias."

    O retorno

    zedoblak

    Após diversas apresentações, tanto em Juiz de Fora quanto em cidades vizinhas, o grupo decidiu fazer uma pausa nos shows. "Estávamos com muitos compromissos pessoais e não conseguíamos conciliar com a banda. Fizemos alguns shows no período em que ficamos parados, mas antes mesmo da pausa, a frequência já estava baixa", comenta o saxofonista.

    Este ano, os integrantes decidiram expandir a dedicação à banda e, para isso, aumentaram o número de integrantes. A iniciativa combinou com o convite para participação no 23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, do Centro Cultural Pró-Música.

    O grupo fará parte das apresentações ao ar livre, realizadas no Parque Hafeld, Centro. O show está marcado para esta sexta-feira, 20, às 17h30. "Esse show vai ser muito bacana porque o pessoal que nos acompanhava verá novidades no repertório e ainda contaremos com a participação especial de outros dois artistas, no cavaquinho e na guitarra."

    Rodrigues relembra que, apesar da distância dos palcos, o grupo nunca se desligou. "Nos encontrávamos praticamente todos os finais de semana para ensaiar. A nossa paixão pela música nunca parou e a vontade de voltar sempre esteve presente. Não tocamos por tocar, gostamos muito desse ritmo e das composições."

    Projetos

    Depois da reestreia, o objetivo é continuar marcando presença em eventos e conquistar, cada vez mais, a plateia de Juiz de Fora e outras cidades. "Já montamos uma agenda e temos novos shows marcados. A ideia é aumentar a frequência de apresentações e expandir a Zé do Black para capitais próximas, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte."

    Além disso, os integrantes pretendem consolidar uma renda fixa de shows para poder investir em novos projetos. "Temos a proposta de realização de gravação de um disco com músicas próprias. Estamos nos organizando para tentar gravar no início do ano que vem", completa o saxofonista.

    *Nathália Carvalho é estudante do 8º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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