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    Sexta-feira, 29 de junho de 2012, atualizada às 17h30

    Semana Nelson Silva aborda cultura negra. Confira a programação

    Da Redação
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    Os juiz-foranos poderão conhecer as vertentes de Nelson Silva durante esta sexta-feira, 29 de junho, e no sábado, 30, na Semana Nelson Silva - memória, cultura popular e afirmação negra. O evento é gratuito.

    A iniciativa surgiu a partir do trabalho coordenado pelo professor do curso de Geografia, Leonardo Carneiro, no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade Federal Juiz de Fora (UFJF). O evento recebeu o nome do cantor, compositor, ritmista e regente juiz-forano Nelson Silva, que defendeu a temática negra em busca de liberdade e igualdade com sua obra. Em 1964, Silva criou o grupo Batuque Afro-Brasileiro, com o objetivo de difundir a música popular.

    Além do Batuque Afro-Brasileiro, o grupo Jongo: Caxambu, Carangola e Recreio, participante do projeto de extensão Da diversidade cultural à diversidade produtiva: construção dos saberes necessários para a transição agroecológica de São Pedro de Cima, também estará presente na semana.

    No sábado, 30, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, após o credenciamento dos
    participantes (das 8h30min às 9h), uma mesa-redonda coordenada pelo professor de História e Mestre
    em Ciências da Religião, Antônio Carlos, reúne a professora de História, militante do movimento social e ex-coordenadora da Rádio Comunitária Mega FM, Adenilde Petrina Bispo; o professor do Departamento de Comunicação da Faculdade Estácio de Sá, Antônio Carlos da Hora e o jornalista, blogueiro, especialista em Gestão de Processos Comunicacionais, Vinnicius Moraes, para abordar o tema: O Negro na Mídia.

    Às 10h40min, em um painel, o psicólogo Marco Antônio Guimarães (Rio de Janeiro) fala sobre Cultura e Identidade Negra. O período da tarde, intitulado Batuque no Bar/Conversa Afiada, é marcado por muito bate-papo e diversas apresentações culturais: Batuque Afro-Brasileiro de Nelson Silva; Calango; Capoeira - Mestres Cuité e Paulo Elias; Encantadora Odara Dandara; Folia de Reis Rei Mago do Oriente, dirigida por Mestre Nini; Grió; Hiphop e seus elementos - Efeito de Rua, Harmadilha do Guetto e Zumbreak Avatar; Instituto Cultura do Samba; Jongo - Caxambu Carangola e Recreio; Samba de Raiz. Simultaneamente, ocorre no local uma feira de artesanato.

    O evento termina no Ilê Abé Furanga Ubafã Axexerê, rua Antônio de Castro nº 405, no bairro Ipiranga. Às 19h, uma sala de conversa - coordenada pelo professor Leonardo de Oliveira Carneiro (Dofono de Logunedé do Ilê Axé Ifá Monge Gibanaue, Doutor em Geografia pela UFF) - aborda A Importância da Religião de Matriz Africana para a Cultura Brasileira, com a participação de Pai Jaques (Terreiro Ilê Abé Furanga Ubafã Axexerê), Pai Alessandro Araújo Santos (Tateto Delegi) e Pai Cícero D'Abaluayê (Dirigente da Casa Kamafêu de Oxossi, em São Luís/MA). Em seguida, Toque e Samba de Roda.

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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