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    Sexta-feira, 27 de janeiro de 2017, atualizada às 14h14

    Lojas de artigos e fantasias se preparam para o Carnaval

    Bruno Caniato
    *Colaboração

    Com a proximidade do Carnaval, cresce a procura por fantasias, tecidos e artigos de festas na cidade. Em Juiz de Fora, seguindo a tendência do Carnaval antecipado dos últimos anos, os eventos acontecem entre os dias 17 e 25 de fevereiro. Já em janeiro, o movimento começa a crescer em estabelecimentos de tecidos, acessórios e fantasias. 

    A comerciante Munira Haddad é proprietária de uma loja de tecidos na Rua Marechal Deodoro, no Centro, e afirma que a procura tem sido grande. "Nós fizemos uma carta para as escolas de samba da Liga e, desde outubro, as agremiações estão comprando", explica. "Também tem o pessoal das redondezas que estão começando a vir comprar: Santos Dumont, Rio Novo, Nova Lima, Belo Horizonte... todos estão vindo aqui", celebra. O estoque da loja é diversificado e conta com lamê, brocado, brocal, acetato e plumas, entre outros artigos.

    Também na Rua Marechal, o comerciante Fábio Silva, dono de um armarinho que vende fantasias, máscaras e acessórios, está confiante nas vendas neste período. "Nós que trabalhamos com fantasias costumamos dizer que o Carnaval é o nosso Natal", brinca. "O movimento está no início. No momento, estamos recebendo muitas escolas de samba em formação, foliões e mães procurando fantasias para festinhas de escolas", conta. Segundo o lojista, estão em alta os uniformes infantis de super-heróis, como Batman e Homem-Aranha, e também vilões, como Coringa e Arlequina, além de saias e chapéus. Entre os foliões adultos, os artigos mais procurados são acessórios: chapéus de pirata e de caneca de chopp, camisetas com dizeres engraçados, confete e serpentina.

    Mudança de rota

    Em 2017, pela primeira vez, a Passarela do Samba será montada no Parque de Exposições, no bairro Jóquei Clube, Zona Norte de Juiz de Fora. Na opinião de Sérgio Costa, superintendente do Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), a mudança de local pode ser prejudicial as vendas. "Isto implica que o Carnaval seja só para quem está fazendo o evento", sugere. "As pessoas vão para assistir, não para se fantasiar. Claro que vai ter público, mas a ideia de ter um Carnaval no Centro estimula as pessoas a participarem mais, se envolverem e comprarem fantasias". O superintendente também ressalta que o comércio está em baixa, por conta da crise econômica, e que a mudança de local dos desfiles é uma experiência. "As vendas de Natal ficaram aquém do que imaginamos, não foi nada extraordinário. Vamos ver o resultado dessa mudança pela primeira vez, mas eu acredito que vá comprometer um pouco as vendas".

    *Bruno Caniato é estudante de Jornalismo da UFJF

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