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    Refúgio dos Meninos de Rua - REMER Associação abriga crianças e adolescentes de Juiz de Fora e região

    Djenane Pimentel
    02/09/04

    Foto:Remer Tudo começou em janeiro de 1989, quando alguns membros da Igreja Metodista decidiram iniciar um trabalho de ajuda às crianças e adolescentes de rua, em situação de risco. Daí surgiu a idéia do Refúgio dos Meninos de Rua - Remer.

    A associação atende a crianças e adolescentes, na faixa etária entre zero e 18 anos. Todas vivem na sede da instituição, o sítio Shalom, que completou 12 anos, e fica localizado na Estrada Pequeri-Bicas.

    A entidade não possui nenhum fim lucrativo e sobrevive através das doações das pessoas, instituições nacionais, internacionais e igrejas.
    No início, 80% das crianças acolhidas pertenciam ao estado do Rio e 20% eram de Minas. Hoje, a situação se inverteu.

    Mãe Social

    Foto:Remer Segundo o coordenador de relações públicas da associação, Geazer Junior, o trabalho da Remer funciona como nas Aldeias SOS. "São oito casas lares, com oito crianças em cada lar. Cada casa é administrada por uma mãe social", esclarece.
    A rotina da mãe social é parecida como a de uma mãe verdadeira, porém ela possui carteira assinada, direitos trabalhistas, salário, além de ter cinco dias de folgas por mês e férias anuais.

    Para ser mãe social a mulher deve ser cristã, ter a idade mínima de 25 anos, experiência com crianças, 1º grau completo, boa saúde e não ter filho dependente.

    Além das mães sociais - Geazer aproveita para avisar que estão abertas vagas para a função -, a associação conta também com uma equipe de aproximadamente 25 funcionários contratados e voluntários brasileiros e até estrangeiros, que prestam serviços à Remer.

    Atividades ocupacionais e pedagógicas

    A primeira fase do trabalho da associação se dá no atendimento às crianças de rua, trabalho realizado por um educador e um assistente social. Durante cinco dias semanais eles procuram atender às necessidades das crianças e adolescentes que vivem nas ruas, e iniciar possíveis encaminhamentos, como o retorno à família, casas lares, tratamento médico, retiradas de documentação, entre outros.

    Foto:Remer Foto:Remer
    Foto:Remer Foto:Remer

    Quando a criança finalmente é encaminhada à associação, a entidade tem como objetivo promover sua educação social, profissional e religiosa.
    Em Juiz de Fora, existe ainda uma extensão do sítio Shalom - a República de Jovens - que acolhe os adolescentes da entidade, que já concluíram o 2º grau, e estão aptos a entrar no mercado de trabalho.

    Como Ajudar

    Assim como em qualquer família, a maior dificuldade que a associação encontra é com a manuntenção das casas que abrigam as crianças e adolescentes. Segundo Geazer Junior, o trabalho realizado pela associação não seria possível sem a colaboração da comunidade.

    Por isso, a entidade aceita qualquer tipo de doação, entre elas, alimentos, roupas, medicamentos, contribuição como sócio mantenedor e trabalho voluntários. Para os que desejarem doar, ou mesmo se tornarem voluntários ou funcionários, basta entrar em contato através dos telefones: 3278-1443 (Sítio Shalom) ou 3241-5944 (República de Jovens).


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