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    Quinta-feira, 24 de abril de 2008, atualizada às 17h55

    UFJF cria o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros


    Priscila Magalhães
    Repórter

    A criação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) vai ser oficializada nesta sexta-feira, dia 25 de abril, quando o reitor professor Henrique Duque assina a Portaria que dá posse aos seus coordenadores e conselheiros.

    Para a coordenadora do Neab, professora da Faculdade de Educação da UFJF, Azuete Fogaça, a oficialização do Núcleo é um avanço. "Até então, a Universidade não havia se posicionado com relação à proposta do MEC em apoiar a criação dos núcleos". Mas, a professora diz que este é o primeiro passo. "Agora, temos que transformar a proposta em realidade".

    Para isso, uma reunião vai acontecer entre os integrantes do núcleo, onde um projeto vai ser montado e encaminhado à reitoria. "Só após isso é que a Universidade vai dizer quais partes do projeto vão ser financiados pela instituição e quais pelo MEC". As pesquisas realizadas pelo Neab ainda não foram definidas. "Alguns professores encaminharam projetos, mas ainda temos que definir".

    O cronograma e os projetos do núcleo devem ser definidos até a próxima semana, mas as áreas de atuação já estão fechadas.

    Veja as áreas de atuação
    • Educação e Cultura: Eneida de Souza Lopes
    • Saúde: Maria Penha da Silva
    • Direito e Cidadania: José Geraldo Azarias
    • Religiões de matizes africanas: Jaques Figueiredo Araújo
    • Trabalho e Renda: Maria Enóia Silva

    A expectativa de Azuete é boa, principalmente, porque o Neab conseguiu uma boa articulação com o movimento negro e pesquisadores. "Vamos ter mais visibilidade em torno de um trabalho que já vem sendo feito. Com a força da instituição é melhor do que cada um com a sua pesquisa".

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