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    Quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011, atualizada às 16h57

    Doutores do Amor precisam de doações para continuar levando alegria às crianças das áreas atingidas pelas chuvas na região Serrana

    Aline Furtado
    Repórter
    Miloca e as crianças

    "No dia seguinte à tragédia, senti que precisava fazer alguma coisa, levando um pouco de distração e alegria àquelas pessoas." A frase é da integrante do grupo Doutores do Amor, Gilmara Delmonte, mais conhecida como Miloca, e refere-se às vítimas das chuvas que castigaram a região Serrana do Rio de Janeiro no mês passado.

    Desde então, ela e a trupe do Doutores do Amor vão, pelo menos uma vez na semana, a municípios como Petrópolis, Itaipava e São José do Vale do Rio Preto. Ao todo, já foram realizadas seis visitas. "Desde as primeiras vezes, percebemos um olhar de expectativa quanto a nossa volta aos abrigos. E aquilo acabou virando um compromisso de ir de novo e levar afeto sempre."

    Entretanto, um dos problemas enfrentados pelos palhaços são os gastos, já que é preciso investir em gasolina, pedágios, lanches, além da compra de miudezas, como maquiagem para pinturas de rostos, balas, pirulitos e bolas decorativas. "Além disso, a expectativa das cerca de 180 crianças que estão abrigadas cresce a cada ida dos Doutores. Para isso, precisamos de doações, seja a quantia que for, para pagar os gastos e, ainda, levar bolos e refrigerantes."

    Segundo Miloca, nos abrigos é possível perceber que há muitas roupas, calçados e alimentos, frutos de doações de todo o Brasil. "As crianças e até mesmo os adultos precisam, então, de amor, de carinho, de afeto e de alegria. Vejo uma certa tristeza nos olhares, mas elas não pedem nada, querem abraçar", conta a voluntária, lembrando que um dos requisitos para fazer o trabalho nos abrigos é não perguntar nada a respeito da catástrofe e das perdas provocadas pelas chuvas.

    A expectativa é de que o trabalho prossiga até meados do mês de março, sempre aos domingos. "Mas isto só será possível se as pessoas colaborarem. Muita gente se pergunta 'Mas o que posso doar?'. A resposta é simples, basta me ajudar a levar alegria", destaca Gilmara, lembrando que ainda será necessário pensar em uma forma de se afastar dessas pessoas quando as visitas terminarem. Quem tiver interesse em doar ou participar das visitas, o telefone para contato é (32) 9967-5832.

    Miloca e os Doutores do Amor Miloca e uma criança

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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