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    A leitura e o conhecimento na formação do indivíduo

    Nome do Colunista Luiz Roberto Martins 31/07/2018

    Sabemos que é fundamental o processo da leitura desde a mais tenra idade. Uma das funções da escola é ensinar várias técnicas para que os alunos, através dela, tenham acesso aos mais diversos tipos de cultura trazidas pelo homem no decorrer da história e também atinjam uma transformação social através do conhecimento.

    A leitura, como base de tudo, nos leva a uma boa formação profissional e intelectual, e a melhor maneira de respeitar as diferenças culturais, sociais e políticas é compreender o mundo no qual vivemos, como também, reconhecermos que a formação de cidadãos não se limita a conceitos preestabelecidos.

    Quando lemos, entramos no mundo e nas vidas dos indivíduos e seus respectivos personagens através de livros literários ou revistas. Como entretenimento, a leitura nos estimula à reflexão sobre a realidade em que vivemos e nos ajuda a escapar das dificuldades cotidianas além de proporcionar sonhos e despertar não só a criatividade como também a curiosidade.

    Nos dias atuais, com o desenvolvimento tecnológico, observamos os benefícios que a tecnologia nos trás, porém, não podemos esquecer-nos dos malefícios causados com o uso indiscriminado de computadores e celulares pelas crianças, adolescentes e adultos que optam por jogos ou redes sociais em demasia e desaprendem a observar paisagens, pessoas e a própria vida.

    É uma luta desigual. De um lado a escola introduz a leitura aos alunos de uma forma tradicional e normativa como se existisse uma maneira certa de ler e compreender. Do outro, a tecnologia através de seus mecanismos encantadores, chamam para si todas as atenções possíveis, embora as últimas pesquisas do IBOPE tenham nos revelado um pequeno aumento de leitores no Brasil.

    Mesmo que as pessoas recebam toda influência da tecnologia, a leitura ainda é uma forma de desenvolvimento humano e pessoal. Quando o indivíduo possui essa prática, ele desenvolve seu senso crítico, sua escrita e consequentemente seu vocabulário, além de aumentar seu conhecimento sobre outros lugares. A leitura colabora com a empatia em nós, ou seja, nos traz várias possibilidades de nos colocarmos no lugar do outro e entendê-lo como pessoa.

    Claro que a leitura em si não possui o poder de mudar as coisas de um dia para o outro e nem mesmo transformar situações de pobreza ou crise social. Não obstante, pode e muito contribuir na procura de novas ou velhas soluções para várias dificuldades que existem em nosso país. É através da educação que podemos gradativamente sanar estes problemas que nos afeta.

    Ler faz muito bem para o cérebro além de facilitar a compreensão do que se escreve. Minha dica, então, é para que deixem um pouco a tecnologia e entrem no mundo da leitura. Que políticas públicas possam incentivá-las e, quem sabe no futuro, teremos o orgulho de dizer que somos um país de leitores. 

    Luiz Roberto Martins de Oliveira é Graduado em Letras
    Especialização em Literatura
    Especialização em Gestão Educacional
    Professor e revisor de monografias, livros e artigos para revistas
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