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    Vença o medo trabalhando a inteligência emocional


    Luiz Roberto Martins de Oliveira 12/05/2020

    Meus amigos, na sociedade moderna muita coisa atemoriza as pessoas, principalmente na área de saúde onde grandes ameaças instalam em nossas mentes. Ter medo diante de situações assim é normal, afinal, somos humanos, porém, tudo tem que ter limite.

    A ansiedade e o pavor nos protegem, pois podemos nos cuidar e agir com cautela diante de muitas situações. Temos receio do perigo imediato, ou seja, temos medo de algo já definido ou até mesmo um objeto. Muitos profissionais de psicologia nos mostram que o temor nos afasta de situações perigosas e que a ansiedade está relacionada a uma sensação de tensão que não é nada agradável.

    Algumas pessoas perguntam se existe um lado positivo em sentir medo. Em vários artigos que li a respeito desse assunto está escrito que o medo e dor nos preservam de muitas situações, mas quando em excesso e também de modo fantasioso atrapalha a vida de várias pessoas tanto no aspecto dos relacionamentos como também nas áreas social e psicológica.  

    Trabalhar a inteligência emocional nos ajuda a vencer o medo, e colocar a razão a serviço da emoção é também vencê-lo. É de nossa responsabilidade analisar bem o tipo de temor e suas consequências. Faço então um questionamento em que penso o seguinte: se o medo nos preserva da morte e também de outras coisas e suas chances são enormes, vale a pena arriscar? Mas se o pavor nos limita no intuito de seguir adiante para alcançar novos objetivos, vale a pena ter medo?

    Atualmente, estamos expostos ao excesso de notícias ruins, e isso é fato! O número grande dessas informações vindas dos grandes veículos de comunicação nos chegam 24 horas por dia durante toda a semana e o nosso cérebro quando exposto a tantas informações negativas faz com que o sistema nervoso aumente a produção de cortisol e adrenalina causando um aumento nas batidas do coração e, consequentemente, uma aceleração na respiração. Neste caso, sugiro diminuir ao máximo a exposição diante de notícias trágicas. Não estou dizendo em ser alienado, mas creio que optar por escutar música, ler um bom livro e ter momentos de espiritualidade são atitudes assertivas que colaboram com a saúde.

    Li em um site uma matéria cujo título era:

    “Consumir notícias ruins faz mal para a saúde e pode se transformar em círculo vicioso: Pesquisa feita nos Estados Unidos mostra que o hábito pode se tornar obsessivo e desencadear tristeza e estresse”.

    Então meus amigos, acompanhem o que está acontecendo com cuidado, previnam-se com responsabilidade, mas também cuidem da saúde emocional evitando exposição em excesso diante de notícias e reportagens negativas.

    Transformem os momentos mais difíceis em oportunidade para descobrirem novos caminhos. Um grande abraço a todos!

    Luiz Roberto Martins de Oliveira é Graduado em Letras, especializado em Literatura e em Gestão Educacional, Professor e revisor de monografias, livros e artigos para revistas
    Coach em Desenvolvimento Humano
    Meta Practitioner em PNL e Neurossemântica
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    Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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