Elizabeth Soares Elizabeth Soares 10/10/07

Você quer crescer profissionalmente?
Então, tome a iniciativa

Muita gente espera que algo especial lhes aconteça ou que alguém ofereça caminhos para tornar suas vidas melhores. Entretanto, os profissionais bem-sucedidos ousam quebrar a crença de que "minha origem e minhas condições atuais é que determinam amplamente o que sou e o que serei".

Apesar de se lembrarem como seus avós agiam, como seus pais os puniam ou até humilhavam e mesmo que tenham hoje um chefe intolerante, os profissionais desejados pelo mercado de trabalho se diferenciam dos demais porque aprendem a decidir, dentro de si mesmos, como os fatos externos irão afetar as suas emoções e a sua vida.

Assumir a responsabilidade pelas próprias reações é um dos fatores que mais distingue uma pessoa ativa da passiva. É visível a diferença entre quem exerce a iniciativa para quem não a exerce. Tomar a iniciativa não significa ser abusado, desagradável ou agressivo, e sim reconhecer a responsabilidade de fazer com que as coisas aconteçam.

Você quer crescer profissionalmente? Então, escolha assumir uma atitude proativa. Busque o auto-conhecimento: faça um mapeamento de seus pontos fortes e suas fraquezas. Estude o ramo de negócios em que você trabalha e os problemas que ele enfrenta. Aperfeiçoe-se e mostre como suas habilidades podem ajudar sua equipe, seu setor de trabalho e sua empresa. As oportunidades e o crescimento estão reservados para os profissionais ativos. Venda soluções ao invés de, insistentemente, só apresentar os problemas.

Caso você ainda se perceba como um profissional que espera pelos outros para que as coisas se resolvam, experimente praticar sua capacidade de encontrar recursos e propor soluções. Acredite que a proatividade faz parte da natureza humana e, mesmo que seus "músculos da proatividade" estejam adormecidos e relaxados, eles existem.

Diante do desejo profissional que você tem em mente hoje, experimente responder as seguintes perguntas: O que posso fazer? Qual é a iniciativa que posso tomar? Este é um exercício de auto-conscientização proativa. Recuse o papel de vítima e assuma ser o agente de sua própria carreira. Faça suas escolhas.

Cheque sua linguagem. O modo como falamos é um bom indicador para avaliarmos nossa postura proativa:

Linguagem reativa: Linguagem proativa:
Não há nada que eu possa fazer. Vamos procurar alternativas.
Sou assim e pronto. Posso tomar outra atitude.
Ela me deixa louco. Posso controlar meus sentimentos.
Eles nunca vão aceitar isso. Vou buscar uma apresentação eficaz.
Tenho de fazer isso. Preciso achar a resposta apropriada.
Não posso. Eu escolho.
Eu preciso. Eu prefiro.
Ah, se eu pudesse... Eu vou fazer.
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Elizabeth Soares
é psicóloga com foco em desenvolvimento de pessoas
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