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    Na esperança: mudança, perseverança e conquistas

    Nome do Colunista Jungley Torres 22/12/2018

    Em uma época do ano em que aproxima-se o Natal e também é chegado um “novo ano”, que traz consigo elementos de esperança como: alegria, paz, fraternidade e amor. De fato, é fundamental que nutramos em nossos corações tal esperança, o que envolve: expectativa, aguardo, espera, expectação, fé, confiança e crença.

    Ao relacionar tal época e os elementos de esperança implicado, podemos apontar para “Pedagogia da Esperança” e uma possível reflexão sobre a prática na educação, na qual o educador pode e deve não só ter esperanças por melhores condições de trabalho e pela aprendizagem eficaz de sua turma, mas principalmente incitar a esperança para com seus educandos, mas não no sentido utópico e sim no sentido de luta e nas possibilidades de mudanças e melhorias em suas vidas de forma prática e efetiva.

    Não é com a esperança que se ganha à luta, mas sem ela a luta fraqueja, a esperança precisa de uma prática, pois não há esperança na espera. Neste sentido a tarefa do educador é educar para a esperança não importa os obstáculos, pois sem ela pouco pode fazer porque dificilmente lutaremos.

    Para além dessa data, que por muita das vezes as ruas ficam cheias, as avenidas decoradas, os presentes se afloram, os familiares decidem se encontrar, mas os corações continuam vazios. O que configura-se como “sepulcros caiados”, por fora aparentam uma beleza fraternal regada de solidariedade, mas por dentro encontra-se num estado de “ossos secos”, sem vida, sem amor, sem esperança, sem elementos ontológicos fundamentais da vida humana, que vai além da simples existência, mas que pode ser vivida de modo melhor e pleno.

    Como já apontava Paulo Freire, tem que ter esperança ativa. Aquela que é do verbo esperançar, não do verbo esperar. O verbo esperar é aquele que aguarda enquanto o verbo esperançar é aquele que busca, que procura, que vai atrás.

    Feliz 2019! Que sejamos mudança, perseverança e conquistas. Que o que há de novo e bom em nós desperte para entrar em ação. Que a vida se ajuste do modo mais lindo em mais um novo ano que se inicia, que em cada um só vibre gratidão, paz, amor, e união. Vamos viver e festejar, amar e renovar tudo de bom que há em nós. Vamos ser resistência a todo mal que vem de fora para proteger todo o bem cultivado em nós!

    #Na esperança

    Jungley Torres é filósofo com formações em pedagogia e teologia. Área de interesse: desdobramento dos aspectos ontológicos, existências, hermenêuticos, da subjetividade e fenomenologia. Estudo de discursos e saberes que constituem as práticas educativas; Educação e Linguagem, com enfoque no discurso pedagógico contemporâneo.

    Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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