Professores paralisam atividades nesta quarta Categoria apóia piso salarial proposto pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação

Renata Cristina
Repórter
24/04/2007

imagem de um quadro negro com a frase: não haverá aula Acompanhando o movimento nacional, os professores juizforanos realizam paralisação nesta quarta, dia 25, em defesa do piso salarial de R$ 1.050, proposto pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE). Uma caravana de 90 professores da região também irá à Brasília, para integrar a 4ª Marcha Nacional em Defesa da Educação com o tema "Pague o piso ou pague o preço".

A mobilização pretende atingir professores do ensino público, da rede municipal e estadual de educação. "Esperamos uma adesão em massa", declara o coordenador geral do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora, Roberto Cupolilo.

O grupo se prepara para uma assembléia também nesta quarta, às 15h, na Sociedade de Medicina. Logo após, os professores pretendem fazer panfletagem no Calçadão da Rua Halfeld. "Todos os estados brasileiros estão nessa luta", esclarece a diretora estadual do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais, Lúcia Helena Melino.

A proposta do governo fixa o valor de R$ 850 para uma jornada de 40 horas semanais. Em contrapartida, a CNTE defende a carga horária de 30 horas semanais e o piso R$ 1.050, para educadores com nível médio, e de R$ 1.575, para quem tem nível superior.

Atualmente, os professores municipais com nível médio ganham R$ 552, 23 e com nível superior R$ 813,93, com uma carga horária de 20 horas semanais. O reajuste previsto pelo Sinpro é de 29% para chegar a proposta da CNTE. "Vamos negociar com a prefeitura e, dependendo do que for proposto, poderemos declarar greve", afirma Cupolilo.

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