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    Servidores da UFJF continuam em greve HU e CAS recebem visitas de sindicalistas para reduzir os atendimentos. Próxima assembléia acontece na quarta

    Renata Cristina
    Repórter
    01/06/2007

    Acompanhando a greve nacional, que já atinge 36 instituições de ensino, os funcionários da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mantém os serviços suspensos, depois da votação realizada em assembléia no último dia 28.

    A biblioteca central, restaurante universitário e os laboratórios das faculdades continuam fechados por tempo indeterminado. Nesta sexta, o Hospital Universitário e o Centro de Atenção à Saúde (CAS) foram visitados por sindicalistas, com o objetivo de reduzir o número de consultas, exames e tratamentos. "Gradativamente vamos baixar os atendimentos, até chegar ao previsto que é de 30%", esclarece Heloísa Helena, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFJF (Sintufejuf)

    Além do reajuste salarial, os servidores pretendem conseguir a reestruturação da tabela de salários-base e garantir o direito de greve, abalado pelo projeto de lei , que prevê novas regras para greves no funcionalismo público.

    O grupo reivindica, ainda, igualdade de direitos entre servidores ativos e aposentados, concursos públicos para as universidades e a retirada do Projeto de Lei Complementar PLP 01/07 do Congresso Nacional - considerada por eles como uma proposta que limita o crescimento real da folha de salários dos servidores em 1,5%, assim como gastos com recursos humanos no serviço público. A greve também acontece contra a proposta de transformação dos hospitais universitários em fundações estatais de direito privado.

    Uma assembléia está marcada para a próxima quarta, dia 06, para uma avaliação do movimento em Juiz de Fora.

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