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    Plenária nacional dos servidores públicos federais Professores da UFJF esperam plenária para ter uma visão da mobilização nacional sobre a renegociação salarial

    Sílvia Zoche
    Subeditora
    23/05/2007

    A assembléia dos servidores públicos federais marcada para o dia 28 de maio levantou a questão se os professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também cogitam a possibilidade de paralisar as atividades. Procurado pelo portal ACESSA.com, o presidente da Associação dos Professores de Ensino Superior (APES/JF), Marcos Souza Freitas, diz que não existe discussão sobre este assunto, por enquanto.

    "Dizer que tem greve em vista, neste momento, não corresponde a realidade em relação aos docentes da UFJF. Agora, nós estamos num processo de renegociação salarial e que dentro desse processo a gente vai avaliar os passos, a evolução desse processo que lá na frente pode até gerar um movimento mais incisivo da categoria, como uma possibilidade de greve, mas que nesse momento não tem data prevista, não tem nada estipulado", afirma.

    Nesta quarta, 23 de maio, os professores federais fizeram uma entrega simbólica de documentos ao reitor da UFJF, Henrique Duque, que, de acordo com Freitas, é um ato que aconteceu nacionalmente. "Todas asuniversidades federais estão entregando aos reitores a proposta de universidade que o sindicato nacional tem, algumas críticas sobre a universidade nova".

    Plenária nacional

    No dia 02 de junho, está marcado um encontro nacional dos professores da universidades públicas federais e no domingo, dia 03, acontece a plenária nacional dos servidores públicos federais. "Na plenária passada, já tinha sido informado que parte dos servidores públicos, como acontece, entraria em greve no dia 21, e a Fasubra, que é o Sindicato Nacional dos Técnicos Administrativos, chamou a greve para o dia 28. Os restantes dos servidores públicos federais tirou uma agenda nessa plenária passada de que deveria construir uma possibilidade de greve até a primeira quinzena de junho".

    Mas Freitas alerta que taisa decisões são remetidas para as bases, que possuem autonomia para deliberar ou não uma greve. "No dia 03, a gente vai ter uma visão melhor da mobilização nacional, como está o avanço com o governo em relação a perpectiva de renegociar a campanha salarial de 2007 e todo este desdobramento, seguramente, vai gerar uma assembléia aqui pra gente rediscutir com a base que rumo a gente deve tomar".

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