Terça-feira, 13 de novembro de 2007, atualizada às 16h59

Apes/JF faz manifesto e entrega carta com descontentamentos relacionados à UFJF


Sílvia Zoche
Subeditora

A Associação dos Professores de Ensino Superior (Apes/JF) de Juiz de Fora fez um manifesto e levou uma carta à reitoria da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), direcionada ao Reitor Henrique Duque, com algumas solicitações, nesta terça, dia 13 de novembro, às 9h.

"A grande preocupação deste ato é em cima dos últimos acontecimentos que a gente tem presenciado na universidade, que na nossa percepção, ameaçam profundamente a democracia e representam alguns retrocessos institucionais", diz o presidente da Apes/JF, Marcos Freitas. Entre os fatos, o presidente cita o cerco policial na reunião do Conselho Superior no dia da votação do Reuni. Segundo Marcos, havia cerca de 60 pessoas no manifesto, entre professores e alunos.

A carta foi protocolada e os manifestantes foram recebidos pelo reitor em exercício, Manuel Palácios, porque o reitor Henrique Duque está viajando. Na carta, dizem que estão indignados com o cerco policial no MAM, no dia da votação do Reuni; com o caso da Casa de Parto, inclusive sobre os processos administrativos disciplinares a professoras de enfermagem. "O que a gente entende como absurdo, já que são profissionais com amplo histórico de serviços importantes", diz o presidente da Apes, com relação às professoras.

Marcos ainda acrescenta que a Apes não é contra a expansão da universidade. "O que deve ser feito é a expansão mantendo a qualidade da pesquisa e da extensão", ressalta. A reunião com o reitor Henrique Duque, segundo Marcos Freitas, só deve ser marcada na próxima semana. Veja mais detalhes na carta da Apes.

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