Praça Antônio Carlos é palco de comemoração do Dia de Combate à Homofobia

Vídeos de conscientização que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras, foram exibidos

Envie a sua foto pelo link SUA NOTÍCIA, clique aqui
17/5/2012

movimento

No Dia Internacional de Combate à Homofobia, o Movimento Gay de Minas (MGM) promoveu um evento na praça Antônio Carlos, no início da noite desta quinta-feira, 17 de maio, onde o público foi recebido com música e pôde assistir aos vídeos de conscientização, que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras.

Segundo o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Marco Trajano, a ideia é conscientizar a população sobre a questão da homofobia." Temos um retrocesso nos avanços das negociações GLBT no Brasil", afirma. Além disso, Trajano alerta que o outro propósito é "lembrar que políticas públicas são necessárias para Juiz de Fora." Segundo o presidente, Juiz de Fora tem registrado um aumento significativo nos casos de bullying dentro das escolas e também na família.

O coordenador da Parada do Orgulho Gay de Juiz de Fora, Oswaldo Braga, explica que a cidade ainda precisa debater sobre a homofobia. "Temos recebido muitas denúncias de homofobia dentro das escolas e famílias." Para a recém-chegada na cidade Anne de Souza, o movimento é essencial para acabar com o preconceito. "Muita gente ainda é contra os gays, mas todos têm os mesmos direitos", destaca.

Os textos são revisados por Mariana Benicá

-

Praça Antônio Carlos é palco de comemoração do Dia de Combate à Homofobia

Vídeos de conscientização que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras, foram exibidos

Envie a sua foto pelo link SUA NOTÍCIA, clique aqui
17/5/2012

movimento

No Dia Internacional de Combate à Homofobia, o Movimento Gay de Minas (MGM) promoveu um evento na praça Antônio Carlos, no início da noite desta quinta-feira, 17 de maio, onde o público foi recebido com música e pôde assistir aos vídeos de conscientização, que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras.

Segundo o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Marco Trajano, a ideia é conscientizar a população sobre a questão da homofobia." Temos um retrocesso nos avanços das negociações GLBT no Brasil", afirma. Além disso, Trajano alerta que o outro propósito é "lembrar que políticas públicas são necessárias para Juiz de Fora." Segundo o presidente, Juiz de Fora tem registrado um aumento significativo nos casos de bullying dentro das escolas e também na família.

O coordenador da Parada do Orgulho Gay de Juiz de Fora, Oswaldo Braga, explica que a cidade ainda precisa debater sobre a homofobia. "Temos recebido muitas denúncias de homofobia dentro das escolas e famílias." Para a recém-chegada na cidade Anne de Souza, o movimento é essencial para acabar com o preconceito. "Muita gente ainda é contra os gays, mas todos têm os mesmos direitos", destaca.

Os textos são revisados por Mariana Benicá

Praça Antônio Carlos é palco de comemoração do Dia de Combate à Homofobia

Vídeos de conscientização que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras, foram exibidos

Envie a sua foto pelo link SUA NOTÍCIA, clique aqui
17/5/2012

movimento

No Dia Internacional de Combate à Homofobia, o Movimento Gay de Minas (MGM) promoveu um evento na praça Antônio Carlos, no início da noite desta quinta-feira, 17 de maio, onde o público foi recebido com música e pôde assistir aos vídeos de conscientização, que estavam incluídos no kit anti-homofobia, proibido de ser entregue nas escolas brasileiras.

Segundo o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Marco Trajano, a ideia é conscientizar a população sobre a questão da homofobia." Temos um retrocesso nos avanços das negociações GLBT no Brasil", afirma. Além disso, Trajano alerta que o outro propósito é "lembrar que políticas públicas são necessárias para Juiz de Fora." Segundo o presidente, Juiz de Fora tem registrado um aumento significativo nos casos de bullying dentro das escolas e também na família.

O coordenador da Parada do Orgulho Gay de Juiz de Fora, Oswaldo Braga, explica que a cidade ainda precisa debater sobre a homofobia. "Temos recebido muitas denúncias de homofobia dentro das escolas e famílias." Para a recém-chegada na cidade Anne de Souza, o movimento é essencial para acabar com o preconceito. "Muita gente ainda é contra os gays, mas todos têm os mesmos direitos", destaca.

Os textos são revisados por Mariana Benicá