Tupynambás joga melhor, sofre gol em falha da arbitragem e segue sem vencer no Módulo II

Matheus Brum Matheus Brum 6/03/2017

Dentro de campo, parecia outra equipe. Em nada lembrava a atuação apática de duas semanas atrás, quando o Baeta estreou no Módulo II do Campeonato Mineiro com derrota por 2 a 0 para o Social. Contra o Guarani, o time marcou pressão, fez jogadas pelas pontas, abusou da velocidade, e em alguns momentos, lembrou a ótima equipe que venceu a Segundona Mineira no ano passado. Washington abriu o placar, mas, em um erro da arbitragem, Evandro Russo empatou em cobrança de falta que desviou na barreira. Um empate por 1 a 1 que prejudica os planos das duas equipes na competição.

O Baeta começou em cima. Com um ataque leve, formado por Marcelo Brandão e a dupla de “Igors”, Soares e Balotelli, o time marcava bem a saída de bola do Guarani. Nem mesmo os experientes zagueiros Álvaro (campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009) e Carciano (com diversas passagens pelo futebol mineiro), conseguiam se livrar da marcação da garotada. Por três vezes, o sistema defensivo falhou na saída de bola. Mas, o Leão do Poço Rico não aproveitava as chances, que, seriam sentidas na sequência do jogo.

Aos quatro minutos, Marcelo Brandão desviou cruzamento que veio da direita. A bola encontrou o zagueiro Washington, livre na pequena área. Com a frieza dos grandes centroavantes, o camisa 3 só teve o trabalho de “cutucar” pro fundo do barbante.

Apesar da vantagem, a equipe juiz-forana continuava em cima. O meio de campo funcionava. Tony, pela direita, causava um “furdunço” no sistema defensivo adversário. Pinguim e Gustavo faziam bem a marcação e iniciavam com qualidade a saída de bola. Na frente, Brandão, Balotelli e Igor Soares, faziam triangulações. Mesmo com toda a estrutura tática funcionando, o time não encontrava o caminho do gol. O problema? Falta de pontaria. Os três homens de ataque tiveram chances claras para aumentar o placar. Só que acabavam mandando para fora da meta de Glaysson, que retornava ao Mário Helênio depois de duas temporadas vestindo a camisa do Tupi.

Como no futebol quem não faz, leva, o Baeta sofreu o empate. Tudo bem que foi em falha da arbitragem, que viu falta de Pedro em Renato Silva, em uma disputa normal por espaço. Na cobrança, Evandro Russo tentou encobrir a barreira. A bola bateu no “cocuruto” de Marcelo Brandão e tirou todas as chances de defesas de César. 1 a 1.

Na volta do intervalo, a situação em campo mudou. O Guarani começou a ditar o ritmo, enquanto o Tupynambás assistia o adversário jogar. A equipe de Divinópolis sofreu o mesmo problema do Baeta: falta de pontaria. Assim, Oliveira e Evandro Teixeira, que entraram no segundo tempo, e Patrick Allan perderam chances para virar o placar.

Aos 30 minutos, o que era ruim, ficou pior. Marcus Pinguim, capitão e jogador mais experiente do elenco do Baeta, fez falta dura no meio de campo e tomou o segundo cartão amarelo, sendo expulso. O detalhe é que ele estava amarelado por reclamação, após o gol do Guarani.

Com um a menos, Lúdyo Santos teve que recuar a equipe, tirando atacantes e colocando homens de meio de campo, para manter o controle da partida. Com o jogo no final, e um sol forte pairando sobre Juiz de Fora, o ritmo diminuiu, e o empate, persistiu. Um resultado péssimo para ambos os clubes, que seguem nas últimas posições do Grupo A.

Na próxima rodada, o Tupynambás viaja até Muriaé para enfrentar o Nacional, líder do grupo, no Estádio Soares de Azevedo, no domingo, às 10h.

Ficha Técnica – Tupynambás 1 vs 1 Guarani

Gols: Washington (TUP), aos 4’ do 1º tempo; Evandro Russo (GUA), aos 45’ do 1º tempo;

Tupynambás:  César; Pedro, Washington, Arlan e Lucas Hipólito; Marcus Pinguim, Gustavo, Marcelo Brandão (Thulio Lelis), Tony, Igor Santana (Maicom), Igor Balotelli (Luisão). Técnico: Lúdyo Santos.

Guarani-MG: Glaysson; Marcelo (Oliveira), Carciano, Álvaro e Michel; Alemão, Renato (Evandro Teixeira), Eduardo Mancha, Evandro Russo e Patrick Allan; Vitor Ruas (Victor Maia). Técnico: Flávio Lopes.

Arbitragem: Evanildo Lopes da Silva, auxiliado por Marciano Pires de Lima e Marcelo Giovani Bertolini de Souza;

Cartões amarelos: Pedro e Marcelo Brandão (Tupynambás); Renato, Warley e Michel (Guarani);

Cartão vermelho: Marcus Pinguim (Tupynambás);

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Tupynambás joga melhor, sofre gol em falha da arbitragem e segue sem vencer no Módulo II

Matheus Brum Matheus Brum 6/03/2017

Dentro de campo, parecia outra equipe. Em nada lembrava a atuação apática de duas semanas atrás, quando o Baeta estreou no Módulo II do Campeonato Mineiro com derrota por 2 a 0 para o Social. Contra o Guarani, o time marcou pressão, fez jogadas pelas pontas, abusou da velocidade, e em alguns momentos, lembrou a ótima equipe que venceu a Segundona Mineira no ano passado. Washington abriu o placar, mas, em um erro da arbitragem, Evandro Russo empatou em cobrança de falta que desviou na barreira. Um empate por 1 a 1 que prejudica os planos das duas equipes na competição.

O Baeta começou em cima. Com um ataque leve, formado por Marcelo Brandão e a dupla de “Igors”, Soares e Balotelli, o time marcava bem a saída de bola do Guarani. Nem mesmo os experientes zagueiros Álvaro (campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009) e Carciano (com diversas passagens pelo futebol mineiro), conseguiam se livrar da marcação da garotada. Por três vezes, o sistema defensivo falhou na saída de bola. Mas, o Leão do Poço Rico não aproveitava as chances, que, seriam sentidas na sequência do jogo.

Aos quatro minutos, Marcelo Brandão desviou cruzamento que veio da direita. A bola encontrou o zagueiro Washington, livre na pequena área. Com a frieza dos grandes centroavantes, o camisa 3 só teve o trabalho de “cutucar” pro fundo do barbante.

Apesar da vantagem, a equipe juiz-forana continuava em cima. O meio de campo funcionava. Tony, pela direita, causava um “furdunço” no sistema defensivo adversário. Pinguim e Gustavo faziam bem a marcação e iniciavam com qualidade a saída de bola. Na frente, Brandão, Balotelli e Igor Soares, faziam triangulações. Mesmo com toda a estrutura tática funcionando, o time não encontrava o caminho do gol. O problema? Falta de pontaria. Os três homens de ataque tiveram chances claras para aumentar o placar. Só que acabavam mandando para fora da meta de Glaysson, que retornava ao Mário Helênio depois de duas temporadas vestindo a camisa do Tupi.

Como no futebol quem não faz, leva, o Baeta sofreu o empate. Tudo bem que foi em falha da arbitragem, que viu falta de Pedro em Renato Silva, em uma disputa normal por espaço. Na cobrança, Evandro Russo tentou encobrir a barreira. A bola bateu no “cocuruto” de Marcelo Brandão e tirou todas as chances de defesas de César. 1 a 1.

Na volta do intervalo, a situação em campo mudou. O Guarani começou a ditar o ritmo, enquanto o Tupynambás assistia o adversário jogar. A equipe de Divinópolis sofreu o mesmo problema do Baeta: falta de pontaria. Assim, Oliveira e Evandro Teixeira, que entraram no segundo tempo, e Patrick Allan perderam chances para virar o placar.

Aos 30 minutos, o que era ruim, ficou pior. Marcus Pinguim, capitão e jogador mais experiente do elenco do Baeta, fez falta dura no meio de campo e tomou o segundo cartão amarelo, sendo expulso. O detalhe é que ele estava amarelado por reclamação, após o gol do Guarani.

Com um a menos, Lúdyo Santos teve que recuar a equipe, tirando atacantes e colocando homens de meio de campo, para manter o controle da partida. Com o jogo no final, e um sol forte pairando sobre Juiz de Fora, o ritmo diminuiu, e o empate, persistiu. Um resultado péssimo para ambos os clubes, que seguem nas últimas posições do Grupo A.

Na próxima rodada, o Tupynambás viaja até Muriaé para enfrentar o Nacional, líder do grupo, no Estádio Soares de Azevedo, no domingo, às 10h.

Ficha Técnica – Tupynambás 1 vs 1 Guarani

Gols: Washington (TUP), aos 4’ do 1º tempo; Evandro Russo (GUA), aos 45’ do 1º tempo;

Tupynambás:  César; Pedro, Washington, Arlan e Lucas Hipólito; Marcus Pinguim, Gustavo, Marcelo Brandão (Thulio Lelis), Tony, Igor Santana (Maicom), Igor Balotelli (Luisão). Técnico: Lúdyo Santos.

Guarani-MG: Glaysson; Marcelo (Oliveira), Carciano, Álvaro e Michel; Alemão, Renato (Evandro Teixeira), Eduardo Mancha, Evandro Russo e Patrick Allan; Vitor Ruas (Victor Maia). Técnico: Flávio Lopes.

Arbitragem: Evanildo Lopes da Silva, auxiliado por Marciano Pires de Lima e Marcelo Giovani Bertolini de Souza;

Cartões amarelos: Pedro e Marcelo Brandão (Tupynambás); Renato, Warley e Michel (Guarani);

Cartão vermelho: Marcus Pinguim (Tupynambás);

Tupynambás joga melhor, sofre gol em falha da arbitragem e segue sem vencer no Módulo II

Matheus Brum Matheus Brum 6/03/2017

Dentro de campo, parecia outra equipe. Em nada lembrava a atuação apática de duas semanas atrás, quando o Baeta estreou no Módulo II do Campeonato Mineiro com derrota por 2 a 0 para o Social. Contra o Guarani, o time marcou pressão, fez jogadas pelas pontas, abusou da velocidade, e em alguns momentos, lembrou a ótima equipe que venceu a Segundona Mineira no ano passado. Washington abriu o placar, mas, em um erro da arbitragem, Evandro Russo empatou em cobrança de falta que desviou na barreira. Um empate por 1 a 1 que prejudica os planos das duas equipes na competição.

O Baeta começou em cima. Com um ataque leve, formado por Marcelo Brandão e a dupla de “Igors”, Soares e Balotelli, o time marcava bem a saída de bola do Guarani. Nem mesmo os experientes zagueiros Álvaro (campeão brasileiro pelo Flamengo em 2009) e Carciano (com diversas passagens pelo futebol mineiro), conseguiam se livrar da marcação da garotada. Por três vezes, o sistema defensivo falhou na saída de bola. Mas, o Leão do Poço Rico não aproveitava as chances, que, seriam sentidas na sequência do jogo.

Aos quatro minutos, Marcelo Brandão desviou cruzamento que veio da direita. A bola encontrou o zagueiro Washington, livre na pequena área. Com a frieza dos grandes centroavantes, o camisa 3 só teve o trabalho de “cutucar” pro fundo do barbante.

Apesar da vantagem, a equipe juiz-forana continuava em cima. O meio de campo funcionava. Tony, pela direita, causava um “furdunço” no sistema defensivo adversário. Pinguim e Gustavo faziam bem a marcação e iniciavam com qualidade a saída de bola. Na frente, Brandão, Balotelli e Igor Soares, faziam triangulações. Mesmo com toda a estrutura tática funcionando, o time não encontrava o caminho do gol. O problema? Falta de pontaria. Os três homens de ataque tiveram chances claras para aumentar o placar. Só que acabavam mandando para fora da meta de Glaysson, que retornava ao Mário Helênio depois de duas temporadas vestindo a camisa do Tupi.

Como no futebol quem não faz, leva, o Baeta sofreu o empate. Tudo bem que foi em falha da arbitragem, que viu falta de Pedro em Renato Silva, em uma disputa normal por espaço. Na cobrança, Evandro Russo tentou encobrir a barreira. A bola bateu no “cocuruto” de Marcelo Brandão e tirou todas as chances de defesas de César. 1 a 1.

Na volta do intervalo, a situação em campo mudou. O Guarani começou a ditar o ritmo, enquanto o Tupynambás assistia o adversário jogar. A equipe de Divinópolis sofreu o mesmo problema do Baeta: falta de pontaria. Assim, Oliveira e Evandro Teixeira, que entraram no segundo tempo, e Patrick Allan perderam chances para virar o placar.

Aos 30 minutos, o que era ruim, ficou pior. Marcus Pinguim, capitão e jogador mais experiente do elenco do Baeta, fez falta dura no meio de campo e tomou o segundo cartão amarelo, sendo expulso. O detalhe é que ele estava amarelado por reclamação, após o gol do Guarani.

Com um a menos, Lúdyo Santos teve que recuar a equipe, tirando atacantes e colocando homens de meio de campo, para manter o controle da partida. Com o jogo no final, e um sol forte pairando sobre Juiz de Fora, o ritmo diminuiu, e o empate, persistiu. Um resultado péssimo para ambos os clubes, que seguem nas últimas posições do Grupo A.

Na próxima rodada, o Tupynambás viaja até Muriaé para enfrentar o Nacional, líder do grupo, no Estádio Soares de Azevedo, no domingo, às 10h.

Ficha Técnica – Tupynambás 1 vs 1 Guarani

Gols: Washington (TUP), aos 4’ do 1º tempo; Evandro Russo (GUA), aos 45’ do 1º tempo;

Tupynambás:  César; Pedro, Washington, Arlan e Lucas Hipólito; Marcus Pinguim, Gustavo, Marcelo Brandão (Thulio Lelis), Tony, Igor Santana (Maicom), Igor Balotelli (Luisão). Técnico: Lúdyo Santos.

Guarani-MG: Glaysson; Marcelo (Oliveira), Carciano, Álvaro e Michel; Alemão, Renato (Evandro Teixeira), Eduardo Mancha, Evandro Russo e Patrick Allan; Vitor Ruas (Victor Maia). Técnico: Flávio Lopes.

Arbitragem: Evanildo Lopes da Silva, auxiliado por Marciano Pires de Lima e Marcelo Giovani Bertolini de Souza;

Cartões amarelos: Pedro e Marcelo Brandão (Tupynambás); Renato, Warley e Michel (Guarani);

Cartão vermelho: Marcus Pinguim (Tupynambás);