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    Geraldo Magela dá a receita para o Tupi chegar às semifinais Ex-treinador do galo carijó elogia Zé Luis e pede tranqüilidade para a equipe

    Guilherme Oliveira
    Colaboração
    04/04/2006

    Ainda faltavam 10 anos para a seleção brasileira conquistar a sua primeira Copa do Mundo e Geraldo Magela Tavares já jogava pelo juvenil do Tupi. Era o começo dos quase 50 anos ligado ao futebol da cidade. Treinador por várias vezes do Tupi, Sport e Tupinambás, talvez ninguém melhor do que ele para indicar o melhor caminho a trilhar pelo galo carijó no jogo decisivo contra o Rio Branco no domingo, dia 8 de abril.

    "A primeira coisa é vencer a ansiedade. O Tupi já perdeu algumas classificações aqui no estádio por excesso de vontade. Tem que ter paciência que o gol vai sair naturalmente. É como dizem: 'água de mais mata a planta'", alerta.

    Para Magela, jogar com tranqüilidade e não entrar na correria do adversário fazem parte da receita para se chegar ao objetivo. Com vivência de quem viu de tudo no futebol, ele prefere não entrar na torcida do 'já ganhou', apesar de acreditar que o time está no caminho certo.

    "O Tupi não tem que entrar com obrigação de vencer. O Tupi tem a obrigação de lutar pela vitória. É como está acontecendo com o Romário, quantos gols ele perdeu por causa da ansiedade em chegar ao gol mil?"

    Fã confesso do trabalho do atual treinador Zé Luis, Magela vê na figura do técnico o equilíbrio necessário para a vitória carijó. "Eu acredito na classificação, as circunstâncias são muito boas. O Zé Luiz é um excelente treinador, levou a equipe à primeira divisão e por uma série de vaidades colocaram outro no lugar dele. Ele vai ajudar o Tupi a se classificar".

    De olho na arbitragem

    Quando o assunto é arbitragem, Magela se preocupa. Até porque em 1987 quando treinava o Tupi, ele viu o time ser desclassificado e não avançar às semifinais por causa de um empate contra o Cruzeiro no Mineirão. Na época, o placar ficou no 0 x 0 e o juiz deixou de marcar um pênalti a favor do Tupi. "Naquele jogo, não deram pênalti em cima do Teófilo. O melhor a fazer é esquecer o árbitro, pensar somente em jogar futebol e evitar os cartões", aconselha.

    *Guilherme Oliveira é estudante de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora

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