GUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) - Como já ocorreu anteriormente em entrevistas dos dois presidenciáveis que lideram a corrida pelo Planalto neste ano, Jair Bolsonaro (PL) adotou na ONU um tom idêntico ao que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao falar sobre a Guerra da Ucrânia e o papel da entidade multilateral.

O presidente, assim como o petista, criticou as sanções à Rússia e pediu um cessar-fogo imediato, além de pedir que a ONU passe por uma reforma de seu Conselho de Segurança ?garantindo um lugar para si, claro. Nada diferente do que Lula falaria e o Itamaraty, no geral, defende.