Bons negócios para vendedor de sombrinhas Perído chuvoso movimenta comércio de sombrinhas e guarda chuvas e lojistas e ambulantes riem à toa

Guilherme Oliveira
Repórter
04/01/2007

Veja o que o gerente de loja, Werson Lopes, fala sobre o aumento da venda das sobrinhas com a chuva dos últimos dias em Juiz de Fora

Veja!

Elas são de vários tamanhos e cores. São muitos os modelos, do tradicional ao "oriental". Muitas vezes são esquecidas por seus donos ou têm pequena vida útil, suportam somente algumas trombas d`água e não agüentam um vento mais forte, ela vira, quebra e te deixa na "mão", ou melhor, na chuva.

foto de um casal com guarda chuvas cliente compra sombrinha


Sombrinhas e guarda chuvas enfeitam a cidade. Galerias cheias, corre-corre, o ritmo da cidade é alterado. 2007 chegou e "São Pedro" tem sido o personagem principal até o momento. Se a população se queixa de sombrinhas batendo no rosto, ruas cheias, não se pode dizer o mesmo de um outro segmento. As lojas especializadas e os ambulantes riem com o aumento de vendas nesse período, para eles o "tempo ruim" traz lucros e um "tempo bom" na economia.

foto de sombrinha estilo oriental

Numa loja do centro foram vendidas mais de cem sobrinhas em único dia. "Eu fiquei com dor de cabeça de tanto vender", diz a vendedora Marina Sá. Já a outra vendedora, Liliane Rattes, comenta que sozinha vendeu 40 em um dia. "Minha mão está doendo de tanto abrir e fechar guarda chuva", brinca.

Segundo gerentes e vendedores, 80% da público que entraram nos estabelecimentos estão a procura da proteção contra a chuva. Os preços e modelos são muitos, a partir de R$ 10,00 e os mais resistentes ultrapassam a casa dos R$ 50. "A maioria entra aqui pedindo aquele guarda chuva que não seja de camêlo", diz o vendedor Thiago Henrique, alegando que os "piratas" são descartáveis.

foto de cliente comprando sombrinha

A cliente Madalena Perantoni, de 41 anos, foi uma que foi deixada na mão pelo seu protetor de dias chuvosos. Comprou de uma vez uma sombrinha e um guarda chuva para o esposo. "Os nossos quebraram e nesse período não dá pra ficar sem", revela.

Entre os modelos o "guarda-chuva barraca", em lojas especializadas chegam ao valor de R$ 50 é um dos que mais tem saído. Pelas fortes chuvas os tradicionais têm perdido um pouco a vez. Maria Virginia, 64 anos, deixou de lado a velha sombrinha por uma maior. "Estou comprando outra porque é maior, mais ampla, a chuva está muito forte", diz.

foto de vendedoras de sombrinhas foto de sombrinha estilo oriental

Para quem gosta de andar em dias de chuva sem perder o estilo, outras opções surgem no mercado. Apesar de não ser muito vendida, o modelo "oriental" agrada parte da população; e para os vendedores dá um maior lucro.

*Guilherme Oliveira é estudante do 5º período de Jornalismo da UFJF

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